Diferenças genéticas, neurobiológicas e físicas entre homens e mulheres e suas explicações naturais

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Os debates que giram em torno das diferenças entre homens e mulheres, o inato e o adquirido e as hipóteses construtivistas de gênero fomentam, com toda certeza, mais perguntas do que respostas. Como se não bastasse a afirmação de que o gênero é uma construção social deliberada (isto é, algo puramente cultural), algumas neurocientistas vêm defendendo que o sexo também seja, igualmente, uma construção (Fausto-Sterling, 1985).

Afinal, existem cérebros masculinos e femininos? E os gêneros, eles são criação da sociedade e da cultura ou são, em vez disso, o reflexo cultural da natureza humana? De acordo com muitos cientistas, não somente existem cérebros masculinos e femininos como ambos os sexos desempenharam papéis fundamentais (que envolvem cuidado parental, agressão, altruísmo, dominância, aparência etc.) durante a pré-história, resultando, hoje, em muitos aspectos culturais baseados nesse “hardware” ancestral. Dessa forma, apontam as evidências, existe não uma dicotomia entre os dois (natureza vs. cultura/inato vs. adquirido), mas um entrelaçamento aonde a cultura ou partes dela seriam um produto emergente do fenótipo humano. Para esclarecer melhor essa questão do ponto de vista das novas ciências da natureza humana, trouxemos um resumo do que já foi publicado em genética comportamental, psicologia evolutiva, sociobiologia e áreas relacionadas a fim de mostrar que a hipótese construtivista social, muito em voga nos departamentos das humanidades, é pouco ou nada científica.

Para começar, algumas coisas devem ser levadas em conta. Primeiro, quatro estudos (1, 2, 3, 4) já puseram as conclusões de um outro estudo (este de 2015 e liderado por Daphna Joel, onde se apontava que, em vez de existirem cérebros masculinos e femininos, o que existe se resumiria a um mosaico dos dois) em escrutínio, testaram seus resultados e acharam erros metodológicos e resultados contrários. Segundo, nenhum das afirmações aqui listadas serão generalizações, mas médias. (Lembre-se sempre que, a nível individual, a genética é sempre probabilística.) E, terceiro, por mais estranho que pareça, pós-modernos e conservadores estão juntos na guerrilha contra a ciência moderna quando o assunto são pré-aptidões biológicas, por isso é importante que fique claro que nada do que será postado aqui concorda com a visão de que os transgêneros e transexuais são aberrações sociais ou que possam deixar de ser quem são por conversão religiosa, escolha pessoal ou forçada, ressocialização ou o que for — é justamente o contrário, a neurociência demonstra que essas pessoas muito provavelmente já nasceram assim, e que a cultura serviu-lhes apenas no modo como elas se identificam. Tudo o que virá a seguir evidencia que pouca coisa relacionada ao gênero é realmente um construto arbitrário ou deliberado da sociedade e da cultura, e que menos ainda é passível de mera “desconstrução” a fim de que os indivíduos e a sociedade sejam remodelados por essa ou aquela ideologia. Quarto e o mais importante, investigar as origens dos fenômenos sócio-biológicos humanos por uma ótica natural não é o mesmo que naturalizar desigualdades ou o status quo (falácia naturalista; o que seria a mesma coisa que afirmar que os movimentos políticos progressistas que lutam por direitos sociais são inúteis) — oras, somos animais, e a maior parte da nossa linhagem se desenvolveu não em metrópoles, à disposição de ferramentas que driblassem a seleção natural e sexual, mas na África, um local hostil à sobrevivência, ao lado dos nossos primos mais próximos, os chimpanzés e gorilas —, da mesma forma que identificar os fenômenos sociais, culturais ou biológicos que nos são imorais não quer dizer que estes não possam ser naturais (falácia moralista).

Natural não implica bom ou aceitável e imoral não implica anti-natural. A posição de que os seres humanos são socialmente iguais não é uma afirmação baseada na biologia, mas em direitos modernos que são fundamentados em proposições sociais e políticas de Direitos Humanos. Se basearmos as nossas proposições de igualdade de direitos na biologia, então teremos um problema, pois as evidências da biologia demonstram diferenças por todos os lados. No mais, como já mencionado no primeiro ponto, apontar as origens naturais dos padrões sócio-culturais humanos não é afirmar que todos os indivíduos determinadamente devem se comportar ou se comportarão dessa ou daquela maneira (ainda mais numa realidade em que a humanidade caminha rumo a um mundo quase que inteiramente globalizado, com uma população que já chega a 8 bilhões de habitantes), e muito menos que a variabilidade individual serviria como evidência contrária ao material apresentado aqui.

A seguir, um resumo sobre a natureza humana nas questões de sexo e gênero:

1. As diferenças entre os gêneros não são uma característica arbitrária da cultura ocidental, como a decisão de dirigir pela direita ou pela esquerda. Em todas as culturas humanas, homens e mulheres são vistos como possuidores de naturezas diferentes. Todas as culturas dividem o trabalho por sexo, com mais responsabilidade pela criação dos filhos para as mulheres e mais controle das esferas pública e política para os homens. Em todas as culturas os homens são mais agressivos, mais propensos a roubar, a cometer violência letal (incluindo guerra) e têm maior probabilidade de cortejar, seduzir e trocar favores por sexo. E em todas as culturas existe o estupro, bem como proibições contra ele (Brown, 1991, 2006, 2017).

2. Muitas das diferenças psicológicas entre os sexos são exatamente as que um biólogo evolucionista que conhecesse apenas suas diferenças físicas prediria (Buss, 1997; Geary, 1998, 2006; Ridley, 1993; Symons, 1979; Trivers, 1972). Por todo o reino animal, quando a fêmea tem de investir mais calorias e risco em cada filho (no caso dos mamíferos, ao longo da gestação e da amamentação), ela também investe mais nos cuidados com a prole depois do nascimento, pois é mais custoso substituir um filho para uma fêmea do que é para um macho. Essas são precisamente as condições que causam a seleção sexual, no qual os machos competem por oportunidades para acasalar-se e as fêmeas escolhem os machos de melhor qualidade (Buss, 1989; Puts et. al., 2012). A diferença em investimento é acompanhada por maior competição entre os machos por oportunidades para acasalar-se, pois acasalar-se com muitos parceiros aumenta mais para o macho do que para a fêmea a probabilidade de multiplicar o número de filhos. Quando o macho médio é maior do que a fêmea média (o que ocorre no caso de homem e mulher), isso é indicador de uma história evolutiva de maior competição violenta entre os machos por oportunidades de acasalamento (Georgiev et al., 2013; Bowles, 2009Vugt, 2006; Vugt et al., 2012; Chang et al., 2011; Puts et. al., 2012). Outras características físicas dos homens, como puberdade em idade mais avançada, maior força quando adulto e vida mais curta, também indicam uma história de seleção por competição arriscada.

3. Muitas das diferenças entre os sexos são amplamente encontradas em outros primatas e, de fato, em toda a classe dos mamíferos (Daly & Wilson, 1983, 1997; Geary, 1998; Halpern, 2000; Kimura, 1999). Os machos tendem a competir mais agressivamente e a ser mais poligâmicos, as fêmeas tendem a investir mais na criação dos filhos. Para muitos mamíferos, uma extensão territorial maior é acompanhada por maior habilidade para orientar-se usando a geometria espacial (em contraste com lembrar-se de pontos de referência individual). Mais frequentemente é o macho quem tem a maior extensão territorial, e isso ocorre com os caçadores-coletores humanos. A vantagem masculina no uso de mapas mentais e na rotação tridimensional de objetos pode não ser uma coincidência (Geary, 1998; Silverman & Eals, 1992; Silverman et al., 2006).

4. O corpo humano contém um mecanismo que faz com que o cérebro dos meninos e o das meninas difiram durante o desenvolvimento (Blum, 1999; Geary, 1998; Halpern, 2000; Kimura, 1999). O cromossomo Y desencadeará o crescimento de testículos em um feto masculino, que secretam hormônios andrógenos, os hormônios caracteristicamente masculinos (incluindo a testosterona). Os androgênios têm efeitos duradouros sobre o cérebro durante o desenvolvimento fetal, nos meses seguintes ao nascimento e durante a puberdade, e têm efeitos transitórios em outros períodos. Os estrogênios, hormônios sexuais caracteristicamente femininos, também afetam o cérebro por toda a vida. Receptores de hormônios sexuais são encontrados no hipotálamo, no hipocampo e na amígdala no sistema límbico do cérebro, bem como no córtex cerebral.

5. Os cérebros dos homens diferem visivelmente dos das mulheres de vários modos (Blum, 1999; Geary, 1998; Gur et al., 1999, 2000; Jensen, 1998; Kimura, 1999; Neisser et al., 1996). Os homens têm cérebros maiores com mais neurônios (mesmo descontando o tamanho do corpo), embora as mulheres possuam uma porcentagem maior de matéria cinzenta (como homens e mulheres são igualmente inteligentes no geral, não se sabe a importância dessas diferenças). Os núcleos intersticiais no hipotálamo anterior e um núcleo da stria terminalis, também no hipotálamo, são maiores nos homens; foram relacionados ao comportamento sexual e à agressão. Porções das comissuras cerebrais, que ligam os hemisférios esquerdo e direito, parecem ser maiores nas mulheres, e seus cérebros podem funcionar de modo menos assimétrico que os dos homens. O aprendizado e a socialização podem afetar a microestrutura e o funcionamento do cérebro humano, obviamente, mas provavelmente não o tamanho de suas estruturas anatômicas visíveis.

6. A variação no nível de testosterona entre diferentes homens, e no mesmo homem em diferentes períodos ou em diferentes momentos do dia, correlaciona-se com a líbido, a autoconfiança e o impulso por dominância (Dabbs & Dabbs, 2000; Sapolsky, 1997; Puts et. al., 2012). Criminosos violentos têm níveis mais altos que criminosos não violentos; advogados que atuam em julgamentos têm níveis mais elevados que os que tratam da burocracia. As relações são complexas por várias razões. Ao longo de uma vasta faixa de valores, a concentração de testosterona na corrente sanguínea não tem importância. Algumas características, como a habilidade espacial, têm seu pico em níveis moderados, e não elevados. Os efeitos da testosterona dependem do número e distribuição de receptores para a molécula, e não apenas de sua concentração. E o estado psicológico do indivíduo pode afetar os níveis de testosterona e vice-versa. Mas existe uma relação causal, embora complicada. Quando mulheres em preparo para uma cirurgia de mudança de sexo recebem androgênios, melhoram nos testes de rotação mental e pioram nos de fluência verbal. O jornalista Andrew Sullivan, que por problemas de saúde sofreu uma redução em seus níveis de testosterona, descreve os efeitos da injeção dessa substância: “A sensação intensa e súbita de uma injeção de testosterona lembra a que se tem em um primeiro encontro com uma garota ou quando falamos para uma platéia. Eu me sinto revigorado. Depois de uma injeção, quase entrei numa briga pela primeira vez na vida. Sempre acontece um pico no desejo sexual — e toda vez me pega desprevenido.” (A. Sullivan, “Testosterone power”, Women’s Quarterly, 2000). Embora os níveis de testosterona em homens e mulheres não coincidam, as variações de nível têm os mesmos tipos de efeito nos dois sexos. Mulheres com níveis elevados de testosterona sorriem com menos frequência e têm mais casos extraconjugais, uma presença social mais marcante e até um aperto de mão mais forte.

7. As forças e fraquezas cognitivas das mulheres variam conforme a fase de seu ciclo menstrual (Kimura, 1999). Quando os níveis de estrogênio estão altos, as mulheres tornam-se ainda melhores nas tarefas que tipicamente executam melhor que os homens, como a fluência verbal. Quando os níveis estão baixos, elas ficam melhores em tarefas que os homens tipicamente fazem melhor, como a rotação mental. Uma variedade de motivos sexuais, incluindo suas preferências por homens, também varia com o ciclo menstrual (Blum, 1997; Gangestad & Thornhill, 1998).

8. Os hormônios androgênios têm efeitos permanentes sobre o cérebro em desenvolvimento, e não apenas efeitos transitórios sobre o cérebro adulto. Meninas com hiperplasia supra-renal congênita têm produção excessiva de androstenodiona, o hormônio androgênio que ganhou fama graças ao batedor de beisebol Mark McGwire. Embora seus níveis hormonais caminhem para o normal logo depois do nascimento, essas meninas crescem com jeito de moleque, brincam mais de lutar, demonstram mais interesse em caminhões do que em bonecas, têm maiores habilidades espaciais e, quando mais velhas, têm mais fantasias sexuais e atração por outras garotas (Pasterski et al., 2005). As que são tratadas com hormônios somente em fase mais avançada da infância apresentam padrões de sexualidade masculina quando se tornam jovens adultas, incluindo excitação rápida por imagens pornográficas e impulso sexual autônomo centrado em estimulação genital, além do equivalente à polução noturna (Symons, 1979, cap. 9).

9. O supremo experimento imaginário para separar a biologia da socialização seria pegar um bebê do sexo masculino, mudar-lhe o sexo com uma cirurgia e fazer com que seus pais o criem como uma menina e que outras pessoas o tratem como tal. Se o gênero for socialmente construído, essa criança deverá ter a mente de uma menina normal; se depender de hormônios pré-natais, deverá sentir-se como um menino preso em corpo de menina. Notavelmente, esse experimento foi feito na vida real — não por curiosidade científica, é claro, mas como resultado de doença e acidentes. Um estudo examinou 16 meninos que nasceram sem pênis (um defeito congênito conhecido como extrofia cloacal), foram castrados e criados como meninas. Todos eles apresentaram padrões masculinos de brincadeiras turbulentas e atitudes e interesses tipicamente masculinos. Mais da metade declarou espontaneamente ser menino, um deles quando tinha apenas cinco anos (Reiner & Gearhart, 2004).

Em célebre estudo de caso, um menino de oito meses perdeu o pênis em uma circuncisão mal feita. Seus pais consultaram o famoso sexólogo John Money, que dissera que “a natureza é uma estratégia política dos que se empenham em manter o status quo das diferenças entre os sexos”. Ele aconselhou aos pais que deixassem os médicos castrarem o bebê e implantar-lhe uma vagina artificial, e os pais então criaram a criança como uma menina sem lhe contar o que acontecera (Halpern, 2013). Brenda, como passou a ser chamado, sentia-se como um menino preso num corpo de menina e a um papel sexual (Colapinto, 2000; Diamond & Sigmundson, 1997). Ela rasgava vestidos enfeitados, rejeitava bonecas em favor de armas, preferia brincar com meninos e até insistia em urinar em pé. Aos catorze anos estava tão infeliz que decidiu que viveria a vida como um rapaz ou acabara com ela; então seu pai finalmente contou-lhe a verdade. Brenda se submeteu a uma nova série de operações, assumiu a identidade masculina e hoje está feliz casado com uma mulher. (NOTA: A maior parte deste resumo foi escrita por Steven Pinker em 2001. Hoje se sabe que, em 2004, aos 38 anos, David, ex-Brenda, cometeu suicídio. Veja mais aqui e aqui).

10. As crianças com síndrome de Turner são geneticamente neutras. Possuem um único cromossomo X, herdado da mãe ou do pai, em vez de dois dos cromossomos X normais nas meninas (um da mãe, o outro do pai) ou o X e o Y dos meninos (o X da mãe, o Y do pai). Como o plano corporal da fêmea é o default nos mamíferos, essas crianças têm aparência de meninas e agem como meninas. Os geneticistas descobriram que o corpo dos pais pode imprimir molecularmente genes no cromossomo X para que se tornem mais ou menos ativos nos corpos e cérebros em desenvolvimento de seus filhos. Uma menina com síndrome de Turner que recebe o cromossomo X de seu pai pode ter genes que são evolutivamente otimizados para meninas (pois o X paterno sempre resulta em uma filha). Uma menina com síndrome de Turner que recebe o X da mãe pode ter genes que são evolutivamente otimizados para meninos (pois um X materno, embora possa resultar em qualquer um dos sexos, atuará sem oposição somente em um filho, que não tem uma contrapartida aos genes X em seu insignificante cromossomo Y). E, de fato, as meninas com síndrome de Turner diferem psicologicamente dependendo de qual de seus pais lhe deu o X. As que receberam o X do pai (que é destinado a uma menina) eram melhores na interpretação da linguagem corporal e de emoções, no reconhecimento de rostos, no manejo das palavras e no relacionamento com as pessoas em comparação com as que receberam o X da mãe (que só é totalmente ativo em um menino) (Skuse et al., 1997).

11. Ao contrário do que popularmente se acredita, os pais nos Estados Unidos atualmente não tratam filhos e filhas de modos muito diferentes (Barkley et al., 1977; Harris, 1998a; Maccoby & Jacklin, 1987). Uma avaliação de 172 estudos abrangendo 28 mil crianças constatou que meninos e meninas recebem graus semelhantes de incentivo, carinho, cuidados, restrições, disciplina e clareza de comunicação (Lytton & Romney, 1991). A única diferença substancial foi que aproximadamente dois terços dos meninos eram desincentivados a brincar com bonecas, especialmente por seus pais, por medo de que se tornassem homossexuais. (Meninos que preferem brinquedos de meninas frequentemente vêm a ser homossexuais, mas proibir-lhes os brinquedos não altera o resultado.) Tampouco as diferenças entre meninos e meninas dependem de observarem comportamento masculino em seus pais e feminino em suas mães. Quando Joãozinho tem duas mães, age como um menino tanto quanto se tivesse mãe e pai.

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7 Comentários em "Diferenças genéticas, neurobiológicas e físicas entre homens e mulheres e suas explicações naturais"

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Mestiço da Silva
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Um campo promissor esse que vê o humano não como uma abstração cultural e sim um produto da seleção natural como todos os demais seres vivos. Há muita resistência dos que que querem o humano e sua sociedade como um feudo seu, mas isso será superado pelas evidencias em contrario. O problema é aceitarem a realidade

Guto Riella
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Excelente texto, bem escrito, argumentado e muito bem referenciado.

Qualquer
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Massa, falando sobre hormônios, é bem perceptível como as industrias, com seus produtos tóxicos que não sabemos nem como são feitos direito (comida inclusive), está causando desequilíbrio no corpo da sociedade, isso só vai acumulando e cada dia é mais comum comportamentos que fogem do natural, uma coisa que me toca por exemplo, é bissexualidade, mas racionalmente não tenho nada contra a bissexualidade, saber que algo assim me incomoda me deixa bem triste na verdade.

Felipe
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Sinceramente, que texto porco! De uma falta de carácter e rigor imensa! Me diz de onde esses dados procedem? “Quando os níveis de estrogênio estão altos, as mulheres tornam-se ainda melhores nas tarefas que tipicamente executam melhor que os homens, como a fluência verbal.” Quando é que foi constatado que homens são melhores em ‘fluência verbal’? Que diabos seria fluência verbal, afinal de contas? Não é a fluência da fala, algo normativo tal como a língua culta? Não existe base nenhuma para se afirmar que possa-se reduzir aspectos sociais deste grau, para uma mera interação de hormônios com o corpo,… Read more »
Carla
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Tive a mesma impressão.

Teus
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Tu não leu as referencias que ele postou quando colocou essas afirmações. A mair parte das perguntas que tu fez no teu segundo paragrafo são abordadas lá. Leia.

Renan Cunha
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Quando é que foi constatado que homens são melhores em ‘fluência verbal’?
Em nenhum momento, no texto foi constatado que as mulheres fazem isso melhor, e melhoram ainda mais quando os níveis de estrogênio estão altos.

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