Dois experimentos lançam alguma luz sobre a misteriosa quarta dimensão

Créditos: Penn State University.

Publicado na Investigación y Desarrollo

Se avançarmos ou retrocedermos em linha reta, estaremos nos movendo na primeira dimensão. Se adicionarmos voltas à direita e à esquerda, como em um quadrado, entramos na segunda dimensão. E sabemos que o próximo objeto, o cubo, nos permite ir para cima e para baixo, em uma terceira dimensão. O que não temos conhecido, porque pode ser descrito em teoria, mas não fisicamente, é o que vem seguir.

Uma forma de entendê-la é pensar na sombra bidimensional de figuras tridimensionais. Observando essas projeções, podemos obter informações sobre o objeto. Algo parecido pode ocorrer se você puder estudar sombras projetadas da quarta dimensão em suas irmãs menores.

Os estudos, que foram publicados na revista Nature, mostram que os pesquisadores usaram, respectivamente, átomos ultrafrios e partículas de luz para modelar um espaço de quatro dimensões e emular processos físicos. Seus resultados empíricos coincidem com as predições teóricas sobre como o fenômeno conhecido como ‘efeito Hall quântico’ ocorre em um sistema quadridimensional.

Suas descobertas são complementares e de grande impacto para a ciência básica. Sua importância é que eles poderiam permitir o acesso aos fenômenos físicos da quarta dimensão em nosso mundo de dimensões inferiores.

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Douglas Rodrigues Aguiar de Oliveira
Sou fundador da Universo Racionalista | Graduando em Tecnologia em Redes de Computadores pela Universidade de Franca | Especialista em Fundamentals of Computing Network Security ( • Design and Analyze Secure Networked Systems • Basic Cryptography and Programming with Crypto API • Hacking and Patching • Secure Networked System with Firewall and IDS ) pela University of Colorado | Especialização em andamento em Cybersecurity ( • Computer Forensics • Network Security • Cybersecurity Fundamentals • Cybersecurity Risk Management • Cybersecurity Capstone ) pela Rochester Institute of Technology | Certificação em Information Security Specialist ( • InfoSec Foundation • Ethical Hacking Essentials • Computer Forensics Foundation ) pela ITCERTS | Certificação em Information Security Analyst ( • Information Security Policy Foundation • Vulnerability Management Foundation ) pela ITCERTS | Cursei integralmente as disciplinas teóricas em Licenciatura em Filosofia pela Universidade de Franca, mas não realizei o estágio supervisionado para a obtenção do diploma de Ensino Superior | Especialista em Journey of the Universe: A Story for Our Times pela Yale University | Colaborador do Instituto Ética, Racionalidade e Futuro da Humanidade | Colunista da Climatologia Geográfica | Membro da Rede Brasileira de Astrobiologia | Abaixo, segue o endereço do currículo na plataforma Lattes e LinkedIn.

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5 Comentários em "Dois experimentos lançam alguma luz sobre a misteriosa quarta dimensão"

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Guilherme Stulp
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Neil deGrasse Tyson afirmou em uma entrevista que para ele, a quarta dimensão (4D) já foi determinada pela ciência como sendo o TEMPO. Seguiu ainda dizendo que é a única das quatro dimensões que não pode ser controlada ainda pelo homem, mas que independente de qual das três primeiras dimensões você deseja seguir, sempre estará ligada à quarta dimensão (tempo). O que vocês acham disso?

Leandrw
Visitante

Li o abstract dos estudos mas como completo leigo na área, infelizmente não entendi nada.

Rubens Benevides
Visitante
Sabe, eu não entendo a analogia da sombra. Um objeto 1D pode ter sombras em 0D (um ponto, adimensional) ou em 1D (a sombra de uma linha). Um objeto 2D também pode ter sombras de duas dimensões: em 2D ou em 1D (se ficar de lado). Por outro lado, objetos em 3D somente podem ter sombras em 2D, jamais em 3D. O que dizer então de possíveis objetos em 4D? Vamos ver, se abstrairmos uma definição de sombra dos exemplos acima, não teremos como saber exatamente se as sombras desses objetos são em 3D, 4D, 2D ou mesmo se tem… Read more »
Douglas Rafael
Visitante

Pois eu sempre pensei na sombra como sendo 3D, pois ela não é apenas a parte delineada pela luz na superfície, mas preenche também, ainda que não seja visível, todo o espaço entre o objeto e a superfície incidida pela luz.

Rodrigo Martins
Visitante

Vou deixar aqui um link de um vídeo em que o Carl Sagan explica com detalhes essa analogia: