Ateus são mais motivados pela compaixão do que religiosos

Crédito: E. Yourdon.

Publicado na Medical Xpress

“Ame o próximo” é pregado em muitos púlpitos. Contudo, um estudo da Universidade da Califórnia, Berkeley, sugere que pessoas altamente religiosas são menos motivadas pela compaixão ao ajudar um estranho do que ateus, agnósticos e pessoas sem religião.

Em três experimentos, os cientistas sociais descobriram que a compaixão consistentemente levou pessoas não religiosas a serem mais generosas. Em pessoas altamente religiosas, no entanto, a compaixão não estava relacionada com o quão generosas elas eram, de acordo com os resultados publicados na revista Social Psychological and Personality Science.

Os resultados desafiam uma suposição generalizada de que atos de generosidade e caridade são em grande parte motivados por sentimentos de empatia e compaixão, disseram os pesquisadores. No estudo, o vínculo entre compaixão e generosidade foi encontrado de forma mais forte para aqueles que se identificaram como não religiosos ou menos religiosos.

“No geral, descobrimos que, para pessoas menos religiosas, a força de sua conexão emocional com outra pessoa é fundamental para ajudar ou não essa pessoa”, disse Robb Willer, psicólogo social da UC Berkeley, coautor do estudo. “Os mais religiosos, por outro lado, podem fundamentar menos sua generosidade em emoções e mais em outros fatores, como doutrina, identidade comunitária ou preocupações com a reputação”.

A compaixão é definida no estudo como uma emoção sentida quando as pessoas observam o sofrimento dos outros e, em seguida, sentem motivação em ajudar, geralmente por um risco ou custo pessoal.

Embora o estudo tenha examinado a ligação entre religião, compaixão e generosidade, ele não examinou diretamente as razões pelas quais pessoas altamente religiosas são menos compelidas pela compaixão a ajudar outras pessoas. No entanto, os pesquisadores levantam a hipótese de que pessoas profundamente religiosas podem ser mais fortemente guiadas por um senso de obrigação moral do que suas contrapartes não religiosas.

“Nossa hipótese era de que a religião mudaria o modo como a compaixão afeta o comportamento generoso”, disse a autora principal do estudo Laura Saslow, que conduziu a pesquisa como estudante de doutorado na UC Berkeley.

Saslow, que atualmente é bolsista de pós-doutorado na UC San Francisco, disse que foi inspirada a examinar essa questão depois que um amigo altruísta, que não é religioso, lamentou que ele só havia doado para os esforços de recuperação do terremoto no Haiti após assistir a um vídeo emocionante de uma mulher sendo salva dos escombros e não por causa de um entendimento lógico de que a ajuda era necessária.

“Eu estava interessada em descobrir essa experiência – um ateu sendo fortemente influenciado por suas emoções para mostrar generosidade com pessoas estranhas – que havia sido replicado em três grandes estudos sistemáticos”, disse Saslow.

No primeiro experimento, os pesquisadores analisaram dados de uma pesquisa nacional de 2004 com mais de 1300 adultos norte-americanos. Aqueles que concordaram com declarações como “Quando vejo alguém recebendo ajuda, sinto-me um pouco protetor em relação a eles” também estavam mais inclinados a mostrar generosidade em atos aleatórios de bondade, como emprestar pertences e oferecer um assento em um ônibus ou trem lotado, descobriram os pesquisadores.

Quando analisaram o quanto a compaixão motivou os participantes a serem caridosos, como dar dinheiro ou comida para uma pessoa sem-teto, os descrentes e aqueles que tinham baixa religiosidade apareceram à frente: “Essas descobertas indicam que, embora a compaixão esteja associada à pró-sociabilidade entre indivíduos menos religiosos e mais religiosos, essa relação é particularmente robusta em indivíduos menos religiosos”, concluiu o estudo.

No segundo experimento, 101 adultos norte-americanos assistiram a um de dois breves vídeos, um neutro ou um comovente, que mostrava retratos de crianças atingidas pela pobreza. Em seguida, cada um deles recebeu 10 “dólares de laboratório” e orientação a dar qualquer quantia desse dinheiro a um estranho. Os participantes menos religiosos pareciam estar motivados pelo vídeo emocionalmente carregado a doar mais dinheiro a um estranho.

“O vídeo indutor de compaixão teve um grande efeito sobre a sua generosidade”, disse Willer. “Contudo, isso não mudou significativamente a generosidade dos participantes mais religiosos”.

No experimento final, mais de 200 estudantes universitários foram convidados a relatar o quão compassivos se sentiam naquele momento. Eles, então, jogaram “jogos de confiança econômica” nos quais receberam dinheiro para compartilhar – ou não – com um estranho. Em uma rodada, eles foram informados de que outra pessoa que estava jogando o jogo havia dado uma parte de seu dinheiro para eles e que eles estavam livres para recompensá-los, devolvendo parte do dinheiro, que desde então havia dobrado em quantidade.

Aqueles que pontuaram baixo na escala de religiosidade e alto na compaixão momentânea, estavam mais inclinados a compartilhar seus ganhos com estranhos do que outros participantes do estudo.

“No geral, essa pesquisa sugere que, embora as pessoas menos religiosas tendam a ser tratadas com menos confiança nos EUA, quando se sentem compassivas, elas podem realmente estar mais inclinadas a ajudar seus concidadãos do que pessoas mais religiosas”, disse Willer.

Pesquisadores criam plano para bateria quântica que não perde carga

Publicado na Phys

Cientistas canadenses das Universidades de Alberta e Toronto desenvolveram um plano para uma nova bateria quântica que não perde carga.

“Uma bateria quântica é uma minúscula bateria em tamanho nanométrico destinada a ser utilizada em aplicações em nanoescala”, explicou o químico Gabriel Hanna, da Universidade de Alberta, que foi o principal autor do estudo.

Ele disse que a pesquisa fornece uma demonstração teórica de que a criação de uma bateria quântica sem perda de carga é possível – oferecendo uma vantagem sobre as baterias quânticas propostas anteriormente.

“As baterias com as quais estamos mais familiarizados – como a bateria de íons de lítio que alimenta seu smartphone – baseiam-se em princípios eletroquímicos clássicos, enquanto as baterias quânticas dependem apenas da mecânica quântica”, observou Hanna.

Ele disse que as baterias podem se tornar um componente importante em muitos dispositivos quânticos – capazes de alimentar computadores quânticos, por exemplo – e, na prática, elas podem ser construídas utilizando as atuais tecnologias de estado sólido.

Para realizar sua ideia, a equipe de pesquisa considerou um modelo de rede quântica aberta com alta simetria estrutural como uma plataforma para armazenar energia excitônica – energia aproveitada quando um elétron absorve um fóton de luz suficientemente energético. Utilizando esse modelo, eles mostraram que é possível armazenar energia sem perdas, apesar de estar aberto a um ambiente.

“A chave é preparar essa rede quântica no que é chamado de estado escuro”, explicou Hanna. “Enquanto no estado escuro, a rede não pode trocar energia com seu ambiente. Em essência, o sistema se torna imune a todas as influências ambientais. Isso significa que a bateria é altamente robusta às perdas de energia”.

Utilizando esse modelo, os pesquisadores também sugeriram um método geral de descarregamento da energia armazenada da bateria em demanda, que envolve a quebra da simetria estrutural da rede de maneira controlada.

Pesquisas futuras explorarão formas viáveis de carregar e descarregar a bateria quântica, bem como formas de ampliá-la para uso em aplicações práticas.

O estudo, “Loss-Free Excitonic Quantum Battery”, foi publicado no Journal of Physical Chemistry C.

Explosão de raios-X em um pulsar a 11.000 anos-luz de distância

Crédito: NASA's Goddard Space Flight Center.

O telescópio NICER, da NASA, registrou uma explosão brilhante de raios-X de um pulsar a 11.000 anos-luz de distância na constelação de Sagitário.

As observações revelaram muitos fenômenos que nunca tinham sido vistos em conjunto em uma única explosão. Além disso, a bola de fogo subsequente se iluminou brevemente por razões que os astrônomos ainda não conseguem explicar.

Essa explosão foi impressionante“, disse o pesquisador Peter Bult, astrofísico do Goddard Space Flight Center da NASA. “Observamos uma mudança no brilho em duas etapas, que acreditamos ser causada pela expulsão de camadas separadas da superfície do pulsar, e outras características que nos ajudarão a decodificar a física desses eventos poderosos”, disse ele em um comunicado.

O evento ocorrido, que os astrônomos classificam como uma explosão de raios-X do tipo I, liberou tanta energia em 20 segundos como o Sol em quase 10 dias. Os detalhes capturados pelo NICER (Neutron star Interior Composition Explorer) sobre essa erupção recorde ajudarão os astrônomos a entender melhor os processos físicos que impulsionam os pulsares termonucleares e outros explosivos.

Um pulsar é um tipo de estrela de nêutrons. O núcleo compacto que permanece quando uma estrela massiva fica sem combustível entra em colapso com seu próprio peso e explode. Os pulsares podem girar rapidamente e abarcar pontos quentes emissores de raios-X em seus polos magnéticos. À medida que o objeto gira, ele varre os pontos quentes através da nossa linha de visão, produzindo pulsos regulares de radiação de alta energia.

J1808 fica a cerca de 11.000 anos-luz de distância na constelação de Sagitário. Ele gira a uma velocidade vertiginosa de 401 rotações a cada segundo e é membro de um sistema binário. Sua companheira é uma anã marrom, um objeto maior do que um planeta gigante, mas pequeno demais para ser uma estrela. Um fluxo constante de gás de hidrogênio flui da companheira para a estrela de nêutrons e se acumula em uma vasta estrutura de armazenamento denominada disco de acreção.

Quando iniciou a explosão, os dados do NICER revelaram que o brilho dos raios-X havia se estabilizado por quase um segundo antes que ele aumentasse novamente a uma taxa mais lenta. Os pesquisadores interpretam esse “bloqueio” como o momento em que a energia da explosão se acumula o suficiente para expelir a camada de hidrogênio do pulsar no espaço.

A bola de fogo continuou a se desenvolver por mais dois segundos e, em seguida, atingiu o pico, expelindo a camada de hélio mais maciça. O hélio se expandiu mais rapidamente, excedeu a camada de hidrogênio antes que pudesse se dissipar e, então, abrandou, parou e restabeleceu-se na superfície do pulsar. Após essa fase, o pulsar voltou a brilhar brevemente em aproximadamente 20% por razões que a equipe ainda não consegue explicar.

70 livros obrigatórios para amantes do conhecimento

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Biblioteca do Monastério de Admont, na Áustria. Créditos: Getty Images / Imagno.

Segue uma lista com 70 livros de ciência e filosofia para amantes do conhecimento. Esta seleção contempla apenas livros que existem em português. Em breve, uma lista de livros que existem apenas em inglês e espanhol será lançada.

1. A Estranha Ordem das Coisas: As Origens Biológicas dos Sentimentos e da Cultura, de António Damásio

António Damásio apresenta aqui uma pesquisa inovadora sobre a homeostase, uma coleção de fenômenos que regula a fisiologia humana por meio de mecanismos que possibilitam não apenas a nossa sobrevivência, mas também o florescer da vida. O neurocientista português torna claro que descendemos de uma longa linhagem que tem início nos organismos unicelulares, ou seja, que nossas mentes e culturas são ligadas por um fio invisível aos modos e propósitos de seres unicelulares muito antigos; e que é inerente a nossa própria química uma força poderosa, uma luta pela manutenção da vida que a governa em todos os seus aspectos, inclusive no desenvolvimento dos genes que ajudam a regular e a transmitir a vida.

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2. O Erro de Descartes, de António Damásio

Para pensar bem e tomar decisões corretas é preciso manter a cabeça fria e afastar todos os sentimentos e emoções, certo? Errado. Neste livro surpreendente e polêmico, o neurologista António Damásio mostra como, na verdade, a ausência de emoção e sentimento pode destruir a racionalidade. Utilizando-se de inovadoras descobertas da neurobiologia, Damásio desafia os dualismos tradicionais do pensamento ocidental – mente e corpo, razão e emoção, explicações biológicas e explicações culturais – para oferecer uma visão científica e integrada do ser humano e sugerir hipóteses surpreendentes sobre o funcionamento do cérebro humano.

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3. O Mistério da Consciência, de António Damásio

Como uma pessoa sabe que está sentindo dor? Que está apaixonada? Como sabe o que está fazendo e o que quer fazer? O que é a consciência, esse fenômeno que aciona o corpo, a emoção e a mente para assegurar não só a sobrevivência, mas todas as criações do homem? O que se dá em nosso organismo, e especialmente no cérebro, que nos faz tomar conhecimento do mundo e de dentro do nosso corpo? O que nos permite lembrar o passado e planejar o futuro? O que nos abre as portas da arte, da ética e da ciência? O neurologista António Damásio, um dos grandes cientistas contemporâneos, revela neste livro sua teoria revolucionária sobre o enigma da consciência – o maior desafio da filosofia e das ciências da vida.

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4. Imposturas Intelectuais, de Alan Sokal e Jean Bricmont

Em 1996, o professor Alan Sokal, da Universidade de Nova York, submeteu à respeitada revista Social Text, da Duke University Press, um artigo satírico repleto de absurdos teóricos e citações que, apesar de autênticas, eram desprovidas de qualquer sentido além do exercício retórico. Publicado como um texto sério, o artigo foi desmascarado como uma farsa e desencadeou uma polêmica acerca da validade do discurso pós-moderno no meio acadêmico. A partir dessa experiência, agora aliado ao belga Jean Bricmont, da Universidade de Louvain, Sokal mostra os abusos de terminologia científica e aparente erudição feitos por renomados intelectuais. Este livro abriu um debate sobre os parâmetros de rigor intelectual e honestidade. Uma contribuição muito oportuna e corajosa.

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5. Como Vejo o Mundo, de Albert Einstein

Albert Einstein é um dos mais memoráveis cientistas do mundo. Sua genialidade foi unânime, e seu nome, colocado no mesmo plano que o de Descartes, Galileu ou Newton. Em Como vejo o mundo, conhecemos o lado espirituoso, intensamente perceptivo e preocupado com a humanidade desse físico extraordinário. Einstein acreditava na possibilidade de um mundo pacífico e na missão da ciência de servir ao bem-estar humano. Com textos escritos entre 1930 e 1935, o livro aborda temas como o desarmamento, o respeito às minorias e a relação da ciência com a religiosidade, mantendo uma atualidade impressionante.

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6. A Concepção Semântica da Verdade, de Alfred Tarski

Este volume reúne os mais importantes artigos de Alfred Tarski, que formula claramente o problema que deseja resolver: apresentar uma definição materialmente adequada e formalmente correta da expressão ‘sentença verdadeira’, o que já constitui uma reformulação bastante particular do problema da verdade, e especifica as condições nas quais tal problema pode receber uma solução, isto é, as noções fundamentais da teoria, como o famoso esquema T, e as especificidades da linguagem formal para a qual é possível tal definição de sentença verdadeira. Após especificar a linguagem do cálculo de classes, o autor apresenta sua definição de sentença verdadeira para essa linguagem formalizada, discute o conceito de sentença verdadeira para linguagens de ordem finita e infinita, com extensos comentários, mas também com demonstrações que requerem conhecimento de lógica clássica.

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7. História da Filosofia Ocidental, de Bertrand Russell

História da filosofia ocidental é uma obra monumental, que inclui muitos dos mais discutidos autores nas diferentes áreas do conhecimento: da lógica às ciências políticas, da economia à antropologia. Bertrand Russell, considerado um dos maiores pensadores dos séculos XIX e XX, reflete de modo muito eclético e espirituoso sobre a filosofia ocidental desde os pré-socráticos até seus dias. Dividido em três volumes, o boxe é inédito no Brasil. Uma obra imperdível tanto para os amantes de filosofia quanto para quem quer conhecer um pouco mais sobre os grandes pensadores da nossa história.

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8. Os Problemas da Filosofia, de Bertrand Russell

Esta obra não é apenas uma introdução à filosofia; é também uma apresentação e defesa de algumas das teorias que caracterizam a filosofia de Russell: a sua famosa teoria das descrições definidas, a epistemologia do contato, a teoria descritivista dos nomes próprios, a teoria realista dos universais, das relações e das leis da lógica, e da teoria da verdade como correspondência, entre outras.

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9. Por Que Não Sou Cristão, de Bertrand Russell

Por que não sou cristão é um livro que coloca ao leitor questões que nunca mais poderão ser ignoradas. E que é considerado um dos mais blasfemos documentos filosóficos jamais escritos. Se a religião fornece respostas às perguntas que sempre atormentaram a humanidade – por que estamos aqui, qual a razão da vida, como devemos nos comportar –, Russell dissipa esse conforto, deixando-nos com alternativas mais perturbadoras: responsabilidade, autonomia e consciência do que fazemos. Normalmente citado junto ao Cândido de Voltaire, à Idade da Razão, de Thomas Paine, A ultima tentação de Cristo, de Martin Scorsese, e A vida de Brian, do Monty Python, Por que não sou cristão, apesar do tom bem-humorado, coloca ao leitor questões que nunca mais poderão ser ignoradas.

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10. Religião e Ciência, de Bertrand Russell

Neste trabalho, Russell, filósofo, matemático e renomado advogado pacifista, oferece um breve e esclarecedor estudo dos conflitos entre a ciência e a religião durante os últimos quatro séculos. Examinando as explicações nas quais os avanços científicos entraram em conflito com a doutrina cristã ou com as interpretações bíblicas, desde Galileu e a Revolução Copernicana até as descobertas médicas da anestesia e da inoculação, Russell aponta para a constante reviravolta e reavaliação de nossos sistemas de crenças ao longo da história. Por sua vez, identifica onde ainda hoje existem debates similares entre a ciência moderna e a igreja. A nova introdução de Michael Ruse traz esses conflitos entre a ciência e a teologia até os dias atuais, focalizando questões que surgiram depois da Segunda Guerra Mundial. Este clássico certamente interessa a todos os leitores de filosofia e religião, bem como aqueles que se interessam pelo pensamento e pelos trabalhos de Russell.

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11. O Universo Elegante, de Brian Greene

No interior mais fundo da matéria, vibram cordas como as de um instrumento musical. Tudo o que existe e acontece no mundo, no universo, surge das vibrações dessas entidades centenas de bilhões e bilhões de vezes menores do que o núcleo de um átomo.Hoje, no mundo inteiro, físicos e matemáticos trabalham febrilmente com a ideia de “cordas”. Ela pode levar à chamada “teoria do campo unificado” com que Einstein sonhava. Pode ser a chave para compatibilizar os dois pilares antagônicos da física moderna: a relatividade geral – as “leis do grande” – e a mecânica quântica – as “leis do pequeno”. A promessa dessa teoria revolucionária é justamente esta: explicar por um mesmo princípio a enormidade dos espaços siderais e as ínfimas proporções do microcosmo.Desde que Stephen Hawking publicou a sua Breve história do tempo, nenhum cientista havia agitado tanto o cenário editorial da divulgação científica como Brian Greene, um físico jovem e brilhante que magnetiza seus alunos na Columbia University. Com um uso criativo de metáforas e analogias, traduzindo o pensamento físico-matemático para o plano da lógica visual, Greene monta o passo-a-passo da teoria das supercordas e mostra por que ela abriu para a ciência a perspectiva de alcançar uma compreensão final sobre a estrutura e o funcionamento do universo.

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12. Filosofia da Ciência Natural, de Carl Hempel

Este livro oferece uma introdução a alguns dos tópicos centrais da metodologia e da filosofia da ciência natural contemporâneas.

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13. Cosmos, de Carl Sagan

Escrito por um dos maiores divulgadores de ciência do século XX, Cosmos retraça 14 bilhões de anos de evolução cósmica, explorando tópicos como a origem da vida, o cérebro humano, hieróglifos egípcios, missões espaciais, a morte do sol, a evolução das galáxias e as forças e indivíduos que ajudaram a moldar a ciência moderna. Numa prosa transparente, Carl Sagan revela os segredos do planeta azul habitado por uma forma de vida que apenas começa a descobrir sua própria identidade e a se aventurar no vasto oceano do espaço sideral. Aqui, o tratamento dos temas científicos está sempre imbricado com outros campos de estudo tradicionais, como história, antropologia, arte e filosofia. Publicado pela primeira vez em 1980, Cosmos reúne alguns dos conhecimentos mais avançados da época sobre a natureza, a vida e o Universo ― e se mantém até hoje como uma das mais importantes obras de divulgação científica da história. Embora diversas descobertas fascinantes tenham ocorrido nos últimos quarenta anos, o tema central deste livro nunca estará desatualizado: nosso fascínio pelo conhecimento e a prática da ciência como atividade cultural.

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14. O Mundo Assombrado Pelos Demônios, de Carl Sagan

Assombrado com as explicações pseudocientíficas e místicas que ocupam cada vez mais os espaços dos meios de comunicação, Carl Sagan reafirma o poder positivo e benéfico da ciência e da tecnologia para iluminar os dias de hoje e recuperar os valores da racionalidade. Como todos os livros do autor, O mundo assombrado pelos demônios está cheio de informações surpreendentes, transmitidas com humor e graça. Seus ataques muitas vezes divertidos à falsa ciência, às concepções excêntricas e aos irracionalismos do momento são acompanhados por lembranças da infância, quando seus pais o colocaram em contato pela primeira vez com os dois modelos de pensamento fundamentais para o método científico: o ceticismo e a admiração.

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15. O Romance da Ciência, de Carl Sagan

A ciência, explica Carl Sagan, não é uma massa de conhecimentos, mas uma maneira de encarar o mundo – um questionamento criativo, sondando e testando tudo. Sempre que mergulhamos abaixo da superfície, unindo fatos ou recusando-nos a aceitar cegamente as informações, estamos praticando a ciência. Nestes termos, o amor humano pela pseudociência – a crença perniciosa na ausência de evidências consideráveis, em astronautas, discos voadores, percepção extrassensorial e outros – torna-se menos sustentável na era que mergulha em um progresso científico assustador. Sagan examina as razões pelas quais os seres humanos tendem tanto para estas noções, e sugere uma relação com crenças religiosas. Destrói esta pretensa ciência através de um método científico exemplar, e com igual estilo e vigor paga um tributo às aquisições da ciência atual. Os três personagens principais neste livro são Paul Broca, o cirurgião francês da metade do século XIX, neurologista e antropólogo que descobriu que partes diferentes do cérebro são responsáveis por tipos diferentes de pensamento; Robert Goddard, o pai da moderna exploração espacial; e o físico Albert Einstein. Sagan reconhece, também, inúmeros outros que ajudaram a ampliar as fronteiras do conhecimento. É um livro sobre as alegrias das descobertas sobre o mundo, um romance sobre os empreendimentos científicos.

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16. Pálido Ponto Azul, de Carl Sagan

Um dos grandes astrônomos do século XX, Carl Sagan revela como descobertas científicas alteraram a percepção de quem somos e do lugar que ocupamos no Universo. Edição inclui caderno de imagens. Temos algum tipo de privilégio em relação a outros corpos celestes? Qual deve ser nossa postura perante a imensidão do universo? Faz sentido investir em missões aeroespaciais incertas enquanto ainda somos incapazes de solucionar os problemas que nos afligem todos os dias? Em Pálido Ponto Azul, Carl Sagan esmiúça essas perguntas e continua a revolucionária investigação sobre o tempo e o espaço iniciada em Cosmos, uma das mais importantes obras de divulgação científica do século XX. Com a mesma linguagem envolvente do best-seller que conquistou milhões de leitores pelo mundo, ele traça a história das primeiras aventuras extraterrestres e avalia o futuro que se abre para nós a partir das viagens feitas pelo sistema solar e para galáxias distantes.

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17. Variedades da Experiência Científica: Uma Visão Pessoal da Busca por Deus, de Carl Sagan

Mais de vinte anos antes do atual movimento ateísta, o astrofísico Carl Sagan questionava a visão tradicional de Deus num tom bem-humorado, de sólidas bases científicas, nas Palestras Gifford, promovidas pela Universidade de Glasgow em 1985 para discutir a “teologia natural”. A relevância do tema na atualidade, marcada pelo extremismo religioso de todos os matizes, fez com que sua viúva e colaboradora Ann Druyan recuperasse as transcrições perdidas das conferências e as transformasse no livro Variedades da experiência científica: uma visão pessoal da busca por Deus. Como grande divulgador da ciência, Sagan tinha o dom de falar simples, mesmo se estivesse explicando mecânica quântica. Nas palestras, ressalta a predisposição do ser humano para acreditar nas coisas e relata equívocos históricos como a descrição dos enormes canais de Marte, no início do século XX. Mesmo refutando a visão de Deus como um “homem grande de barbas brancas e compridas sentado num trono no céu e controlando o voo de cada andorinha”, o astrônomo não descarta a existência de alguma forma de inteligência superior, e abre uma detalhada discussão sobre a inteligência extraterrestre. Ao contrário dos líderes do movimento ateísta, Sagan não menospreza toda e qualquer forma de religião. Para ele, as religiões podem desempenhar o útil papel de orientar o comportamento humano. O que critica é o fato de elas fazerem afirmações sobre ciência sem usar o método científico do ceticismo e da autocorreção. Segundo sua viúva, Ann Druyan, organizar a edição das palestras ofereceu-lhe a “maravilhosa impressão de que havíamos de alguma maneira sido transportados de volta para as duas sublimes décadas em que pensávamos e escrevíamos juntos”. Variedades da experiência científica estende ao leitor a oportunidade de voltar a aprender com Sagan, um homem que foi, em sua própria descrição, um cidadão do cosmos.

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18. A Realidade Não é o que Parece, de Carlo Rovelli

O espaço e o tempo realmente existem? De que é feita a realidade? De onde vem a matéria? O cientista Carlo Rovelli passou a vida inteira investigando essas questões, tentando ampliar os limites do que sabemos. Em A realidade não é o que parece, ele revela como nossa compreensão da realidade mudou ao longo dos séculos, de Demócrito à gravidade quântica em loop. Rovelli nos guia por uma jornada maravilhosa e nos convida a imaginar um mundo completamente novo onde os buracos negros estão esperando para explodir, o espaço-tempo é feito de grãos e o infinito não existe – um vasto universo amplamente desconhecido.

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19. A Desconstrução de um Mito. Um Mito Nada Moderno Sobre Coisas Vistas na Terra: Porque os Discos Voadores Podem Não Existir, de Carlos Reis e Ubirajara Rodrigues

Valendo-se de 40 anos de experiências pessoais e respaldados por nomes de inegável peso como Joseph Campbell, Mircea Eliade, entre outros, Carlos Reis e Ubirajara Rodrigues desconstroem o mito dos discos voadores, através de uma análise crítica e criteriosa, procurando demonstrar que a realidade dos fatos é muito diferente daquela enraizada no imaginário popular. Através de uma postura sólida e raciocínio argumentativo alicerçado pela lógica, os autores percorrem os sinuosos e escorregadios caminhos do universo ufológico, apontando os erros e os equívocos autoalimentados, de um lado, pelos procedimentos inadequados e por vezes tendenciosos dos próprios pesquisadores, e de outro, pela visão sensacionalista de determinados setores da imprensa, principais responsáveis pelo longo processo de desinformação e deformação na história do tema. Para encorpar a tese, e ao mesmo tempo inibir e neutralizar os contra-ataques, embasados em inúmeros estudos nas áreas de psicologia, antropologia, sociologia, neurociências, e guarnecidos por autoridades de respeito como Noam Chomsky, Carl Sagan, Lévi-Strauss, os autores preconizam que a ficção científica, as nuances comportamentais de grande parte das testemunhas e a íntima e corrosiva relação com a religião e doutrinas pseudoespiritualistas compuseram um quadro irreal e distorcido. Com abordagem sóbria, incisiva e por vezes ferina, desnudam e recolocam o tema em seu devido lugar, tornando a obra singular, polêmica, corajosa, que conduz o leitor à reflexão e revisão dos seus conceitos sobre este e vários outros temas correlatos.

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20. Introdução à Lógica, de Cezar Mortari

Ao contrário do que pensam alguns, a lógica é uma ciência apaixonante e viva, fruto de rica história de evolução e transformação. Essa mesma história dinâmica é refletida por este livro, no qual se constrói uma rigorosa e abrangente introdução aos desenvolvimentos recentes e ao conteúdo clássico dessa ciência ilustre. Esta edição, revista e ampliada, traz um novo apêndice com noções de teoria do silogismo.

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21. Decodificando o Universo, de Charles Seife

Em seu novo livro, Charles Seife mostra que a teoria da informação deixou de ser um território restrito a filósofos e linguistas e passou a ser uma importante ciência dos tempos atuais, capaz de lançar uma nova luz sobre antigos mistérios da física. Para o autor, existe um elemento oculto que mantém todo o universo unido e impede que ele desabe sob si mesmo: a informação. Com uma linguagem acessível e até divertida para o leitor leigo, Seife explica como os teóricos começaram a perceber que a informação não é apenas um construto da mente, mas um elemento fundamental do mundo físico, algo que está presente em cada célula viva existente e nas cercanias de cada buraco negro do cosmo.

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22. A Perigosa Ideia de Darwin, de Daniel Dennett

A Perigosa Ideia de Darwin é um livro da autoria de Daniel Dennett que explora os efeitos que a teoria da evolução de Charles Darwin terá produzido no pensamento filosófico ocidental. Segundo o autor, a teoria de Darwin sugere que a vida no planeta Terra foi produzida por um processo algorítmico absolutamente cego, enquanto pensadores da época de Darwin defendiam que só Deus poderia criar todas as coisas concebidas. Através da seleção natural, a concepção e a própria noção de Deus seriam criadas a partir de coisas mais simples. Através da biologia, Darwin teria encontrado uma solução para um problema de filosofia antiga: as origens da concepção.

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23. Tópicos em Ontologia Analítica, de Décio Krause

Muitos dos problemas clássicos em filosofia são problemas de ontologia, que pode ser entendida, de modo geral, como o estudo daquilo que há, ou da natureza e constituição da realidade. Neste livro, Décio Krause examina alguns tópicos da ontologia do ponto de vista da filosofia analítica, constituindo um valioso ponto de partida para todos os interessados nas relações entre ontologia, lógica e física.

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24. Gödel, Escher, Bach, de Douglas Hofstadter

Gödel, Escher, Bach: Um Entrelaçamento de Gênios Brilhantes (geralmente chamado GEB) é um livro vencedor do Prêmio Pulitzer escrito pelo acadêmico norteamericano Douglas Hofstadter. Foi publicado em 1979 pela Basic Books. GEB é um livro difícil de caracterizar porque foca muitos e heterogêneos tópicos e é quase impossível localizar o núcleo central. Entre outros GEB fala de fugas e cânones, lógica e verdade, geometria, recorrência, estruturas sintáticas, a natureza do significado, budismo zen, paradoxos, cérebro e mente, reducionismo e holismo, colônias de formigas, conceitos e representações mentais, tradução, computadores e suas linguagens, DNA, proteínas, o código genético, inteligência artificial, criatividade, consciência e livre arbítrio, arte, música, etc.

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25. A Invenção das Tradições, de Eric Hobsbawm

Um ensaio de linguagem acessível, organizado por um dos maiores historiadores do século XX. A invenção das tradições é organizado por Eric. J. Hobsbawn e Terence Ranger e reúne textos de renomados historiadores internacionais. São ensaios críticos sobre hábitos ou comportamentos que, por motivos variados, passam a ser absorvidos em algumas sociedades como se fossem heranças culturais, quando na realidade foram criadas mais recentemente com objetivos que serviam aos Estados. O primeiro capítulo apresenta com clareza a distinção entre costume e tradição, fundamental para a compreensão dos fenômenos apresentados nos ensaios seguintes. Os textos abrangem as culturas ocidentais em seus diversos aspectos e ajudam a compreender como mudanças são fenômenos naturais em todas as sociedades, mesmo as mais tradicionais. Por outro lado, problematiza a condição das sociedades contemporâneas, que quando rompem com determinadas tradições acabam perdendo certos modelos de comportamento importantes para a organização social. Sendo desenvolvido por historiadores, o estudo possui uma dimensão multidisciplinar e se apresenta como um convite a pesquisadores que se interessem em ampliar a discussão para outras áreas da ciências humanas.

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26. As Eras, de Eric Hobsbawm

Eric Hobsbawm foi um dos principais historiadores do século XX. Seu recente falecimento provocou homenagens emocionadas e críticas contundentes, principalmente por seu aberto apoio à ideologia marxista. Os três títulos reunidos aqui são considerados obras-primas e reconstituem períodos cruciais para a formação da sociedade contemporânea. As três obras são referências básicas para se compreender o mundo atual e sua conjuntura política. A era das revoluções Duas grandes transformações – uma na França, outra na Inglaterra – modificaram definitivamente o mundo. No primeiro volume da trilogia de Eric J. Hobsbawm o autor esboça o tipo de sociedade criada por esta dupla revolução. A obra é uma interpretação brilhante e original dos fenômenos que culminaram no que hoje chamamos de modernidade. A era do capital Partindo da extraordinária “primavera dos povos” povoada pelas barricadas de 1848, Hobsbawm nos coloca em condições de entender o processo de formação do capitalismo industrial em seu momento constitutivo. Das transformações do campo até o frenético crescimento industrial, neste volume, o historiador marxista apresentará o surgimento da classe operária e esboçará um afresco desta era densa em contradições que desembocarão na modernidade do século XX. A era dos impérios No último livro da coleção, o autor aborda o período crucial para a História Moderna que vai de 1875 a 1914 e que deu margem a debates acalorados sobre o imperialismo, o surgimento dos movimentos trabalhistas e socialistas, o declínio econômico britânico, mas, sobretudo, sobre os motivos que levaram à Primeira Guerra Mundial e à Revolução Russa. A era dos impérios fecha esta trilogia que permite fazer uma leitura do passado não como algo fracionado e sim como um todo coerente.

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27. Era dos Extremos, de Eric Hobsbawm

Eric Hobsbawm, um dos maiores historiadores da atualidade, dá seu testemunho sobre o século XX: “Meu tempo de vida coincide com a maior parte da época de que trata este livro”, diz ele na abertura, “por isso até agora me abstive de falar sobre ele”. Neste livro fascinante, porém, ele abandona seu silêncio voluntário para contar, em linguagem simples e envolvente, a história da “era das ilusões perdidas”.”Um clássico erudito que escreve da mesma maneira agradável sobre máfia, jazz, rebeldes africanos, política ou economia.

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28. Princípios de Neurociências, de Eric Kandel

Decifrar a relação entre o encéfalo e o comportamento humano sempre foi um dos maiores desafios da ciência. Escrito por importantes pesquisadores da área, incluindo Eric R. Kandel, vencedor do Prêmio Nobel em 2000, este clássico absoluto apresenta uma visão atualizada da disciplina de neurociências, refletindo a pesquisa mais recente que transformou o conhecimento na última década.

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29. A Nova Ciência da Mente. Uma Historia da Revolução Cognitiva, de Howard Gardner

A ciência cognitiva é considerada um ramo científico novo e até meados da década de setenta do século passado, contava com parca bibliografia. Howard Gardner ilustra neste livro o desenvolvimento dessa “ciência da mente” desde os seus primeiros anos, relacionando disciplinas aparentemente díspares. Em sua pesquisa, investigou as origens filosóficas e históricas dos respectivos campos envolvidos, e entrevistou inúmeros cientistas dedicados ao tema, apresentando um panorama dos trabalhos atuais na área, incluindo suas próprias perspectivas sobre o futuro da ciência. Para o autor “o domínio da ciência cognitiva consiste no acúmulo de conhecimento sobre a cognição humana, através do estudo acadêmico disciplinar e (cada vez mais) interdisciplinar”. Trata-se de um livro fundamental a todos que pretendem desenvolver estudos ou pesquisas na área.

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30. Como Funciona o Fascismo, de Jason Stanley

A curiosidade quanto ao termo fascismo é um fenômeno sem precedentes no mundo contemporâneo. Mas por quê? Mesclando magistralmente reflexões históricas, filosóficas, sociológicas e de teoria crítica da raça, este livro revisita célebres exemplos de movimentos ultranacionalistas para mostrar as dez características fundamentais do fascismo. Um estudo visceral, fascinante e atualíssimo.

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31. A Vida no Limite: Como o Mundo Quântico se Comporta Quando Ninguém Está Olhando, de Jim Al-Khalili e Johnjoe McFadden

A vida no limite altera nosso entendimento sobre as dinâmicas fundamentais de nosso mundo. Apresentando experiências da vanguarda da ciência, Jim Al-Khalili e Johnjoe McFadden revelam que o ingrediente que nos falta é a mecânica quântica; os fenômenos da mais misteriosa das ciências. Guiando o leitor por descobertas recentes, os autores transmitem a empolgação do novo campo da biologia quântica e suas potenciais aplicações revolucionárias, enquanto oferecem insights do maior quebra-cabeça de todos: o que é a vida?

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32. Filosofia do Cérebro, de João de Fernandes Teixeira

Hoje em dia existem muitos livros de qualidade que expõem para o público os últimos avanços e resultados das novas ciências do cérebro. Mas estava faltando um livro acessível, que tratasse das novas relações mútuas entre a filosofia e a neurociência. Essa é, pois, a proposta deste livro. Para elaborá-lo, o autor, além de uma ampla investigação nos mais atuais estudos científicos sobre o assunto, utilizou várias obras e artigos de sua própria autoria. O objetivo de tão empenhada pesquisa é iniciar o leitor em uma área ainda pouco explorada no Brasil: a reflexão sobre a neurociência e seus fundamentos, que tem levado, nas últimas décadas, a uma expansão da temática da filosofia. A publicação está dividida em quatro capítulos, além de um prefácio, conclusão, sugestões de leitura e bibliografia, e segue os moldes da coleção “Como Ler Filosofia”, com quadros explicativos ao longo da leitura.

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33. Mente, Cérebro e Cognição, de João de Fernandes Teixeira

Apresenta de forma clara e didática os contornos de uma nova disciplina: a filosofia da mente. Questiona: o que é a mente? Serão mente e cérebro a mesma coisa? Serão os fenômenos mentais um produto do cérebro artificial? Aliando investigação científica e reflexão filosófica discute essas e outras questões.

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34. A Evolução do Sexo, de John Maynard Smith

Esclarecer as forças seletivas responsáveis pela evolução do sexo, das taxas de recombinação, dos sistemas de cruzamento e das taxas de mutação com uma abordagem pelo ponto de vista da genética populacional. Este propósito levou John Maynard Smith a escrever A Evolução do Sexo, de forma a compartilhar suas teorias evolutivas com o público e a estimular os leitores a não esgotar a busca por descobertas sobre o assunto apresentado na obra.

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35. Iluminismo Radical, de Jonathan Israel

O Iluminismo Radical foi um conjunto revolucionário de ideias que ajudaram a estabelecer as ações do mundo moderno sobre as bases da igualdade, da democracia, dos valores seculares e da universalidade. Nesse controverso e original estudo, o renomado historiador cultural Jonathan I. Israel revela o papel essencial de Spinoza e a influência do disseminado e subversivo movimento filosófico internacional conhecido antes de 1759 como espinosismo nas revoluções intelectuais e políticas do século XVIII. O objetivo principal do autor é transmitir o sentido do Iluminismo europeu como um único movimento bem integrado intelectual e culturalmente, mostrando diferenças de tempo, e, sem dúvida, preocupado não apenas com os mesmos problemas intelectuais, mas quase sempre com os mesmíssimos livros e percepções em todos os lugares, de Portugal à Rússia e da Irlanda à Sicília.

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36. Origens e Evolução das Ideias da Física, de José Fernando Rocha

Numa linguagem simples, as origens e evolução das ideias da Física são apresentadas, partindo-se das noções iniciais introduzidas pelos filósofos gregos, até as concepções atuais da Teoria da Relatividade e da Física Quântica.

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37. Introdução ao Estudo da História Geral, de Josep Fontana

O livro parte dos nexos subjacentes aos temas tratados, constituindo uma seleção de grandes problemas que influenciam temporalmente todos que vivem socialmente. Abordagem não limitada ao passado, a obra discute problemas que, embora atualmente possam ser apenas vislumbrados, já constituem motivo de preocupação de estudiosos de diversas áreas.

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38. Astronomia e Astrofísica, de Kepler De Souza Oliveira Filho e Maria De Fátima Oliveira Saraiva

Por que estudar astronomia? Nosso objetivo é utilizar o Universo como laboratório, deduzindo de sua observação as leis físicas que poderão ser utilizadas em coisas muito práticas, desde prever as marés e estudar a queda de asteroides sobre nossas cabeças, até como construir reatores nucleares, analisar o aquecimento da atmosfera por efeito estufa causado pela poluição, necessários para a sobrevivência e desenvolvimento da raça humana. Em uma noite sem nuvens, em um local distante das luzes da cidade, o céu noturno pode ser visto em todo o seu esplendor, e é fácil entender porque desperta o interesse das pessoas. Depois do Sol, necessário à vida, a Lua é o objeto celeste mais importante, continuamente mudando de fase. As estrelas aparecem como uma miríade de pontos brilhantes no céu. Entre elas, os planetas se destacam por seu brilho e por se moverem entre as demais. No Big Bang, que deu início ao Universo, toda a matéria estava concentrada em um único ponto, com temperaturas tão altas que os prótons e nêutrons que formam os átomos ainda não existiam. Existia um mar de energia, matéria e antimatéria. As partículas, quarks e léptons apareciam brevemente, e desapareciam neste mar de energia. Este texto foi escrito para permitir acesso por pessoas sem qualquer conhecimento prévio de astronomia e com pouco conhecimento de matemática. Embora alguns capítulos incluam derivações matemáticas, como Insolação Solar, Marés e Leis de Kepler Generalizadas, a não compreensão desses cálculos não compromete a compreensão do texto geral. As sessões de evolução estelar e cosmologia matemática requerem bom conhecimento de matemática e de física. Mesmo que o leitor pule as seções mais matemáticas, deve obter uma boa visão da astronomia e astrofísica.

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39. Teoria Quântica de Campos, de Marcelo Otávio Caminha Gomes

Nesta segunda edição, o autor procurou corrigir alguns erros contidos na anterior, bem como expandiu o conteúdo de modo a tornar o livro mais útil para os estudantes de Física teórica. Em particular, foi adicionado um novo capítulo sobre supersimetria. Esse é, sem dúvida, um assunto fascinante com ligações óbvias com temas atuais, como supercordas e supergravidade. Por ser uma proposta que responde a muitas questões da Física teórica, a ideia persiste mesmo após alguns resultados negativos associados à descoberta do Higgs nos experimentos ATLAS e CMS em julho de 2012. O próximo retorno do LHC operando então com sua capacidade máxima certamente trará maiores evidências sobre a relevância da supersimetria no contexto do modelo padrão. O autor contou, nesta reedição, com o apoio e incentivo de colegas e ex-estudantes, e em particular, com a colaboração do Dr. Pedro Sergi Gomes.

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40. Caçando a Realidade: A Luta Pelo Realismo, de Mario Bunge

A filosofia e as ciências vêm se desentendendo sobre o conceito de realidade há pelo menos dois milênios e meio. Suas definições, sem mencionar as inspirações e visões das religiões e de suas teologias, têm mostrado ser um material bastante elástico e, no entanto, perecível, a tal ponto que todas as respostas dogmáticas ou relativistas continuam a caber de um modo ou de outro no campo semântico do que é real, na essência e na “realidade”. Entretanto, na medida em que se pretenda basear-se na razão e nas experiências humanas, sem que se delegue à metafísica e às eventuais realidades extraterrenas a tarefa de preencher nas alturas o que não se consegue ver na materialidade que nos envolve e que também se nos propõe objetivamente aos sentidos e às suas extensões instrumentais – nessa medida as possibilidades de nosso conhecimento estão necessariamente ligadas aos subsídios que nos fornecem aquelas disciplinas que denominamos ciências. E é justamente com os pés nessa plataforma, não obstante o seu rigor, tão giratória que abriga diferentes pontos de vista sobre a sua natureza, que Mario Bunge se lança em seu livro à caça da realidade. Publicado, em português, pela editora Perspectiva na sua coleção Big Bang, tem-se aí uma verdadeira súmula desse corajoso enfrentamento do tema e de seus problemas. Abordando as controvérsias deflagradas pelas diferentes formas de antirrealismo, de Berkeley, Hume e Kant, passando pelos construtivistas e fenomenólogos, o autor vai esboçando – em contrapartida e em acirrada argumentação, munido de todo o cabedal da investigação moderna – sua própria versão do que seja o realismo, à qual dá o nome de hilorrealismo. Com clareza e sem subterfúgios, pois não tenta ocultar, sob essa máscara, o velho materialismo, lança à mesa de discussão a afirmativa de que as verdadeiras explicações das ciências esteiam-se nas leis causais e em mecanismos observáveis apenas indiretamente, sendo generalizações empíricas que requerem comprovação. Nessa exigência estão compreendidos todos os fenômenos, mesmo os subjetivos (como o medo e a ansiedade) e sociais. A ciência, portanto, tem de ser objetiva e a lógica deve prevalecer, não só em sua expressão formal como em suas derivações modais, não obstante o fato de que estas tampouco escapam incólumes à razão crítica e suas limitações devem ser detectadas e levadas em conta, na medida em que se queira dar primado à verdade como critério último do conhecimento na busca de uma ciência exata.

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41. Ciência e Desenvolvimento, de Mario Bunge

O que é ciência? Em que se distingue da técnica? Em que consiste a ciência aplicada? Para que queremos que a ciência e a tecnologia se desenvolvam? Estas e outras perguntas são respondidas neste fascinante livro de Mario Bunge, cientista e filósofo argentino, do qual diz seu compatriota Marcel Roche ser um dos dois ou três filósofos mais importantes da ciência contemporânea.

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42. Física e Filosofia, de Mario Bunge

Mario Bunge, físico teórico, filósofo da ciência e atualmente professor de lógica e metafísica da McGill University, no Canadá, discute, ao logo dos trabalhos reunidos neste volume, algumas das questões mais delicadas e controvertidas da física contemporânea, especialmente da microfísica. A sua análise desenvolve-se na fronteira entre as teorias físicas e a crítica filosófica, retomando por este viés uma antiga conjugação que vem do início do pensamento científico. Pois, como é sabido, desde os pré-socráticos até Einstein e os atuais cosmólogos, não houve pesquisador de envergadura na física que não fosse levado, pela própria natureza de seu campo de trabalho, a recorrer à filosofia. Por outro lado, não é menos verdade que, de Aristóteles até Whitehead, Russel e os lógicos modernos, a grande maioria dos filósofos meditou sobre a física e inspirou-se, em alguns casos, em seus métodos e chegou mesmo, em outros, a tomá-la como paradigma de um conhecimento objetivo. Esta íntima relação entre física e filosofia percorre este volume e se propõe, com toda a força de sua problemática, a perguntar: A mecânica quântica encerra elementos subjetivos? Conteria toda a teoria física as suas predecessoras? É possível inverter o curso do tempo? e outras questões da mesma relevância. Física e Filosofia constitui-se, pois, em seus dez ensaios, numa tentativa espicaçante de levar o seu leitor a refletir sobre o papel das teorias físicas na nossa visão de mundo e do impacto delas na vida e na realidade moderna. Ao mesmo tempo que pela clareza, pelo rigor lógico e físico das colocações do agudo espírito analítico que é do seu autor, este volume da coleção Debates vem a ser uma valioso instrumento de referência para professores, alunos e interessados nos estudos da Filosofia da Ciência.

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43. Matéria e Mente, de Mario Bunge

Sob as luzes da ciência contemporânea, Mario Bunge escreve com o singular objetivo de aclarar conceitos gerais e encontrar uma saída para a problemática Desde muito, ciência e filosofia lidam com uma linha cartesiana, entendida por Bunge como particularmente turva. Uma visão dualista de que o mundo pode ser dividido entre duas entidades diametralmente opostas: material e espiritual. Vista como uma teoria relativamente simplista, pensadores desde Hipócrates, Spinoza e Engels defendem outros caminhos e para entendê-los, precisamos, primeiro, estabelecer de uma vez por todas: Afinal, o que é materialismo e idealismo?

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44. Teoria e Realidade, de Mario Bunge

Mario Bunge, doutor em ciências físico-matemáticas, catedrático de física teórica e de filosofia da ciência, pela primeira vez é traduzido no Brasil apesar do reconhecimento universal quanto ao valor e à originalidade de sua obra. O conjunto de trabalhos aqui apresentados é inédito como livro, pois foi organizado, completado e sistematizado com vistas à presente edição. Teoria e Realidade propõe a necessidade absoluta de uma filosofia da ciência que resulte tão cautelosa, sutil e imaginativa quanto a própria ciência. Toda a política de desenvolvimento científico pressupõe, além disso, uma filosofia da ciência e esta deveria ser francamente assumida e não negada como usualmente ocorre. O autor defende, ainda, a ideia de uma metodologia da ciência, solidária com todo o campo do saber e apoiada em uma redefinição não-ingênua da categoria de realidade. Obra de inestimável importância e que interessa em largo espectro: ao teórico de ciência em geral, de literatura, ao sociólogo, ao próprio cientista.

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45. Manias e Crendices em Nome da Ciência: As Curiosas Teorias da Falsa Ciência. Apaixonante Estudo da Credulidade Humana, de Martin Gardner

Um clássico do ceticismo científico, Manias e Crendices em Nome da Ciência: As Curiosas Teorias da Falsa Ciência. Apaixonante Estudo da Credulidade Humana é o segundo livro do matemático Martin Gardner. Foi lançado em 1957 e publicado em português em 1960. Michael Shermer disse que “O moderno ceticismo acabou se tornando um movimento baseado na ciência, a começar com o clássico de Martin Gardner, em 1952”. Além disso, Gardner estruturou o texto discutindo as teorias pseudocientíficas e seus proponentes.

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46. A Impostura Científica em Dez Lições, de Michel de Pracontal

Um manual da farsa científica, em dez lições. É assim que o autor trata da pseudociência, atraente e difundida na atualidade. Um alerta ou um “manual de uso” àqueles que pretendem se aperfeiçoar na prática do charlatanismo, quanto para alertar os incautos contra as práticas daqueles que, empunhando a bandeira da ciência, pretendem burlar os preceitos da racionalidade científica.

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47. Uma História da Ciência. Experiência, Poder e Paixão, de Michael Mosley e John Lynch

Redes de comunicação, exames médicos sofisticados, fontes energéticas, técnicas para cultivo do solo e a produção de alimentos – nada do que hoje fazemos está intocado pelo saber científico. Com belas ilustrações, esse é um guia perfeito para nos orientar num incrível percurso pela história das grandes descobertas científicas no Ocidente – como a teoria da evolução, a criação dos telescópios e a descoberta do DNA – e sua enorme relevância na vida atual. Os premiados autores Michael Mosley e John Lynch questionam muitas de nossas convicções, ajudando a tornar compreensíveis teorias aparentemente difíceis e seus resultados surpreendentes. Um relato fascinante, que tem origem na famosa série de televisão da BBC, que mostra como todas as áreas do conhecimento, da Antiguidade aos dias atuais, progridem quando pensadores empenhados se deparam com novas ferramentas e saberes.

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48. Cérebro e Crença, de Michael Shermer

Em Cérebro e Crença, as pesquisas realizadas nos últimos trinta anos pelo psicólogo e historiador da ciência Michael Shermer de como nascem as crenças no cérebro humano atingem sua melhor síntese e oferecem ao leitor uma rara possibilidade de entende r por que o homem necessita da crença, mostrando como nosso cérebro constrói uma ampla gama de justificativas para validar as crenças. O relato lúcido, acessível e abrangente de Shermer integra a neurociência e as ciências sociais ao investigar nosso cérebro na ação de fabricar as justificativas para as crenças. De acordo com Shermer, as crenças surgem primeiro e os motivos vêm depois. O cérebro é o motor da crença, ele afirma. Usando dados sensoriais que fluem por intermédio dos sentidos, o cérebro procura e encontra padrões – para depois infundir esses padrões de significado, formando crenças. Uma vez formadas as crenças, nosso cérebro subconscientemente busca evidências confirmatórias delas, acelerando o processo de reforço. E o processo continua, num ‘feedback’ positivo. Em Cérebro e Crença, Michael Shermer oferece incontáveis exemplos reais de como esse processo ocorre – da política, economia e religião a teorias conspiratórias, crenças sobrenaturais e paranormais. E finalmente demonstra por que a ciência é o melhor instrumento já concebido para determinar se nossas crenças correspondem ou não à realidade.

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49. Por Que As Pessoas Acreditam Em Coisas Estranhas, de Michael Shermer

Poucos podem falar com mais autoridade pessoal das crenças humanas do que Michael Shermer. Ele conta que se tornou cético depois de uma odisseia de dez anos pelo mundo da saúde alternativa e das terapias para melhorar a aptidão física. Em seu livro, Shermer aborda sob uma ótica estritamente científica temas como a negação do Holocausto, o criacionismo, as experiências de quase morte e a paranormalidade. Segundo ele, nada supera o método científico, que envolve a obtenção de dados para formular e testar as explicações dos fenômenos naturais, desenvolvido inicialmente nos séculos XVI e XVII. Para Shermer, as pessoas acreditam em coisas estranhas porque faz parte da natureza humana procurar padrões, conexões de eventos, mesmo onde na verdade não existe nada. Seu livro serve como uma bússola ajudando a navegar pelo “frequentemente confuso desfile de afirmações e crenças que nos são apresentadas como histórias e padrões que fazem sentido”. Mas, acima de tudo, o autor demonstra que o cético não é um cínico nem um niilista. “O ceticismo é uma abordagem provisória das afirmações, é a aplicação da razão a todas as ideias”, diz. “O ceticismo é um método, não uma posição. Os céticos não entram numa investigação fechados à possibilidade de que o fenômeno seja real ou a afirmação seja verdadeira. Quando dizemos que somos céticos, queremos dizer que precisamos ver evidências concretas antes de acreditar.”

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50. O Conhecimento Científico, de Newton da Costa

Esta obra é o resultado de mais de 40 anos de reflexão de Newton da Costa acerca do conhecimento científico. Longe de se satisfazer com as ideias recebidas ao longo de sua trajetória intelectual, ele tem inovado e questionado os estudos sobre os fundamentos da ciência, atacando os dogmas e a inércia do pensamento. Este não é um livro a mais de epistemologia ou de filosofia da ciência. Nele o leitor não encontrará, de modo algum, o resumo ou a explicação das propostas de Karl Popper, Thomas Kuhn ou Imre Lakatos, mas as ideias originais de Newton da costa.

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51. Superinteligência: Perigos, Caminhos e Estratégias Para Um Novo Mundo, de Nick Bostrom

O cérebro humano possui algumas aptidões ausentes nos cérebros dos demais seres vivos. Nossa posição dominante no planeta se deve a estas particulares habilidades. Outros animais possuem músculos mais robustos ou mandíbulas mais afiadas, mas nós temos cérebros mais sofisticados.Se algum dia os cérebros artificiais superarem a inteligência dos cérebros humanos, então esta nova superinteligência pode se tornar muito poderosa. Assim com o destino dos gorilas hoje depende mais dos humanos do que dos próprios símios, o destino da nossa espécie também se tornaria dependente das ações destas máquinas superinteligentes. Mas nós temos uma vantagem: começamos a dar o primeiro passo. Será possível construir uma inteligência artificial ou projetar condições iniciais para que possamos gerar uma explosão de inteligência sustentável, que não implique no fim da nossa espécie? Como poderíamos alcançar uma expansão controlada desta inteligência?

Profundamente ambicioso e original, Superinteligência: Perigos, Caminhos e Estratégias Para Um Novo Mundo avança cuidadosamente por um amplo e árduo terreno intelectual, porém, com uma escrita tão perspicaz e clara que faz com que tudo pareça simples. Através de uma jornada completamente envolvente que nos conduz às fronteiras do pensamento sobre a condição humana e o futuro da vida inteligente, a obra do filósofo Nick Bostrom redefine o desafio essencial de nosso tempo.

O livro fez enorme sucesso no exterior, catapultando Bostrom à uma fama curiosa, como filósofo de várias companhias de alta tecnologia, incluindo a Google e a Tesla Motors. Suas ideias têm enorme receptividade, especialmente no que tange o perigo dessas máquinas inteligentes. Será que na ânsia de avançar o conhecimento científico estaremos imitando Victor Frankenstein, desenhando nossa própria extinção? […] O grande desafio dos cientistas e engenheiros trabalhando na criação de inteligências artificiais é mostrar que todas essas emoções subjetivas são mero produto do funcionamento do cérebro, e que podem ser replicadas em máquinas destituídas de um corpo. A ideia é que tudo o que ocorre no cérebro, e mesmo no universo, venha da informação e de sua transferência: a matéria apenas oferece suporte para o armazenamento e propagação de informação. Se for esse o caso, talvez seja mesmo uma questão de tempo até que a primeira inteligência artificial seja criada, quem sabe até antes de 2045. Não temos a menor ideia do tipo de inteligência que uma máquina terá, se terá uma moralidade semelhante à nossa, ou se nos achará supérfluos. Vale prestar atenção ao chamado de Bostrom, e tentar proteger nossa essência durante essa nova fase da vida. Ou talvez não. Publicado originalmente em 2014, Superinteligência, de Nick Bostrom, professor na faculdade de Filosofia na Universidade de Oxford, tem sido aclamado e recomendado por nomes como Bill Gates e Elon Musk.

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52. Teoria Quântica: Estudos Históricos e Implicações Culturais, de Olival Freire Junior, Osvaldo Pessoa Junior e Joan Lisa Bromberg

A presente obra é uma coletânea de trabalhos que exploram aspectos da história dessa teoria científica, desde sua criação aos desenvolvimentos ulteriores, incluindo a controvérsia sobre os seus fundamentos e sobre suas implicações filosóficas e culturais. Discute também problemas relacionados à pesquisa sobre o ensino e a difusão cultural dessa teoria, bem como os usos, e abusos, que ai podem aparecer.

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53. A Tripla Hélice: Gene, Organismo e Ambiente, de Richard Lewontin

O deciframento do código genético realizado pelo Projeto Genoma Humano ganhou as primeiras páginas dos jornais de todo o planeta. Com o mapeamento dos genes, os cientistas se viram em condições de compreender melhor o comportamento biológico do organismo, prever as características que serão herdadas pelos descendentes e desenvolver estudos para evitar doenças como o câncer. O biólogo Richard Lewontin, porém, relativiza a importância do sequenciamento do DNA e propõe uma nova abordagem para as relações entre organismo e meio. Segundo o autor, um dos cientistas mais destacados da atualidade, os indivíduos não são determinados simplesmente pela interação entre genes e ambiente, mas também por eventos aleatórios que a ciência não é capaz de controlar. Lewontin desmonta artifícios retóricos pelos quais a ciência atual se legitima e mostra como a compreensão literal das metáforas do discurso científico pode levar a sérios mal-entendidos. Além disso, nos quatro ensaios aqui reunidos o autor discute metodologias de pesquisa, sugere uma distinção surpreendente entre doença e normalidade – esta, como a condição em que o organismo não é determinado por um caminho causal único – e propõe novas direções para o ensino da biologia, tendo como horizonte um saber fundado em procedimentos mais éticos e condutas mais humanas.

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54. Andando na Corda Bamba da Razão: A Vida Precária de um Animal Racional, de Robert Fogelin

Os problemas filosóficos tradicionalmente se apresentam na forma de dicotomias: há livre arbítrio ou tudo é determinado? Deus existe ou tudo é permitido? Há algo certo ou nada é provável? Segundo essa concepção, a principal tarefa filosófica é encontrar a resposta correta para essas perguntas por meio de argumentos teóricos e abstratos. Para Robert J. Fogelin, essa é a maneira errada de filosofar. Tais perguntas se colocam somente quando nos distanciamos dos problemas reais enfrentados na vida. Uma das intenções de Fogelin é substituir essa concepção tradicional da filosofia por outra em que a filosofia está mais próxima da vida cotidiana. Em vez de aceitar os problemas filosóficos como legítimos, Fogelin pretende livrar-se deles, denunciando seus pressupostos questionáveis. Antes de tentarmos encontrar respostas, devemos nos perguntar qual é a fonte dessas perguntas. Além disso, se tentarmos respondê-las, seguem-se dificuldades insuperáveis, de modo que se torna difícil, se não impossível, livrar-nos das inquietações profundas que elas nos causam. É preciso, pois, uma concepção de razão que não leve aos paradoxos, ao relativismo, nem a um ceticismo que destrói a própria atividade racional. Fogelin defende uma concepção moderada da razão, imersa no nosso dia a dia, que evita essas consequências desastrosas e as inquietações perturbadoras da filosofia tradicional.

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55. Medo do Conhecimento: Contra o Relativismo e o Construtivismo, de Paul Boghossian

É possível que o conhecimento formulado sobre os objetos do mundo, ou a própria concepção do que é o mundo, esteja condicionado inexoravelmente à construção social? E, tendo em vista que as construções variam para cada cultura, o conhecimento construído por uma sociedade é tão igualmente válido quanto todos os outros elaborados pelas diferentes comunidades humanas? Por outro lado, haverá uma verdade indubitável que não esteja submetida aos ditames do relativismo e do construtivismo? O senso comum, mais intuitivo, da percepção da realidade ocupa algum lugar na perspectiva filosófica ou científica? Medo do conhecimento: contra o relativismo e o construtivismo propõe-se a discutir exatamente essas teorias que acabam por se transformar em camisas de força na compreensão da realidade.

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56. A Grande História da Evolução, de Richard Dawkins

A grande história da evolução é uma peregrinação ao longo da árvore genealógica da vida. Partindo de onde estamos hoje, passamos por quarenta entroncamentos onde nos deparamos com ancestrais e peregrinos que vem de outros ramos. O ponto de chegada situa-se há 4 bilhões de anos, na origem da vida. Ao longo do trajeto, peregrinos contam suas histórias e descortinam as maravilhas da diversidade biológica que habita este planeta e os mistérios da evolução que ainda hoje desafiam biólogos. O humano ancestral “Little Foot” investiga como surgiu a possibilidade de andarmos sobre dois pés; o gibão ajuda a entender por que não temos que fazer calças com um furo para a cauda; o camundongo deixa claro que o que torna um organismo diferente do outro não são exatamente os genes, mas como sua atividade é regulada; castores explicam o conceito de fenótipo estendido, em que a represa é uma extensão do próprio castor; e o gafanhoto discute se existem raças. A paisagem que se descortina durante a viagem expõe uma amostra da diversidade da natureza e também explora como entendê-la. O leitor chega ao fim do percurso maravilhado e enriquecido com novas ideias e reflexões. Uma enciclopédia da vida para se ler, reler e consultar.

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57. O Relojoeiro Cego, de Richard Dawkins

O relojoeiro cego se tornou um marco da biologia moderna tão logo foi lançado, em 1986. Empenhado em conquistar novos adeptos para o evolucionismo e para o pensamento científico, Richard Dawkins faz aqui uma defesa vigorosa da visão darwinista e põe a nu as falácias polêmicas do criacionismo. Para o zoólogo, a síntese moderna entre as descobertas da genética e a ideia de seleção natural é capaz de fornecer respostas verificáveis e elegantes para o enigma das origens da vida e das espécies. Dawkins descobre exemplos criativos para explicar que, ao contrário do que tantas vezes se imagina, a seleção natural não ocorre por meio de combinações aleatórias: a sobrevivência é um jogo árduo, de regras estritas e definidas. A argumentação do autor faz crescer nossa admiração diante da diversidade da vida, ao mostrar de que maneira o processo de evolução – o “relojoeiro cego” do título – é capaz de produzir obras tão refinadas a partir de elementos tão simples.

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58. Física em 12 Lições, de Richard Feynman

Uma introdução sem igual ao mundo da física por um dos maiores professores de todos os tempos. As aulas de Feynman, que revolucionaram o ensino dessa ciência pelo mundo, compõe a base desse livro. São 12 lições transmitidas com informalidade, entusiasmo e humor.

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59. Ensaios de Sociologia da Ciência, de Robert Merton

Organizada especialmente para o público brasileiro por Anne Marcovich e Terry Shinn – renomados pesquisadores do Centre National de la Recherche Scientifique, de Paris -, esta coletânea reúne nove ensaios de Robert K. Merton (1910-2003), considerado o pai da sociologia da ciência. Trazendo textos de referência, como “A sociologia do conhecimento”, “A ciência e a estrutura social democrática” e “O efeito Mateus na ciência”, o volume é complementado com um ensaio crítico dos organizadores, que discute o legado de Merton para a atualidade.

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60. A Paisagem Moral: Como a Ciência Pode Determinar os Valores Humanos, de Sam Harris

Sam Harris é um dos líderes do movimento que prega o abandono da religião em nome da ciência: o Novo Ateísmo, também defendido com veemência por Richard Dawkins, Daniel Dennett e Christopher Hitchens. Em A Paisagem Moral, o autor pretende demolir de vez a benevolência com que muita gente – cientistas inclusive – aborda a religião, como se a ciência não tivesse o que opinar no plano moral. Segundo ele, a neurociência pode sim contribuir na busca pela maximização do bem-estar disseminado que define, em sua visão, o pensamento moral. O universo de decisões que podem ser tomadas é representado no livro por uma paisagem “cujos picos correspondem ao apogeu do bem-estar possível e cujos vales representam o mais profundo sofrimento”. A ciência – em especial no que diz respeito ao funcionamento do cérebro – já pode em parte ajudar a determinar o relevo dessa paisagem e, à medida que o conhecimento avança, essa influência deverá se tornar cada vez mais concreta. Em capítulos que tratam de verdades morais, do bem e do mal, de crenças, de religião e do futuro da felicidade, Harris descreve resultados de estudos em neurociência que não só definem essa ideia de moral, mas também lançam luz sobre os equívocos e a irrelevância da religião; a seu ver, esta seria antes uma fonte de fanatismo e intolerância – uma argumentação mordaz que tem tudo para arrebatar seguidores e promover debates acalorados.

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61. O Universo Numa Casca de Noz, de Stephen Hawking

Após o enorme sucesso de Uma breve história do tempo, a Intrínseca traz a luxuosa reedição de O universo numa casca de noz, na qual Stephen Hawking se vale de ilustrações, fotos e esquemas detalhados para mostrar grandes descobertas no campo da física teórica. Tudo isso, é claro, com sua conhecida clareza, elucidando temas complexos por meio de conceitos e ideias do dia a dia, como a inflação, as cartas de baralho e as linhas ferroviárias, e permeado com seu peculiar senso de humor. O livro traz muito da personalidade de Hawking, um dos maiores nomes da ciência atual e figura bem conhecida por suas ideias provocadoras e seu carisma. Ele guiará o leitor através do microcosmo quântico e do macrocosmo universal, discutindo as extraordinárias leis que regem o cosmos e as principais teorias hoje debatidas — o que também conta a saga de Hawking e dos físicos mais importantes de todos os tempos atrás do grande objetivo da ciência: a Teoria de Tudo. Para isso, serão apresentados conceitos caros à física teórica, como a supergravidade, a teoria quântica, a teoria-M, a holografia e a dualidade. Também são abordadas as propostas mais relevantes que desafiam o nosso entendimento atual de como funciona o universo. Com astronautas engolidos por buracos negros, viajantes do tempo, o debate sobre a origem do universo (e de todos nós), seu possível fim e a existência de vida em outras galáxias, além de curiosos questionamentos sobre o futuro biológico e tecnológico da humanidade em si, O universo numa casca de noz é leitura obrigatória para aqueles que querem se aventurar no que há de mais instigante hoje na física e para os que almejam ver como muitas vezes a teoria pode ser muito mais extraordinária do que a ficção científica.

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62. Uma Breve História do Tempo, de Stephen Hawking

Uma das mentes mais geniais do mundo moderno, Stephen Hawking guia o leitor na busca por respostas a algumas das maiores dúvidas da humanidade: Qual a origem do universo? Ele é infinito? E o tempo? Sempre existiu, ou houve um começo e haverá um fim? Existem outras dimensões além das três espaciais? E o que vai acontecer quando tudo terminar? Com ilustrações criativas e texto lúcido e bem-humorado, Hawking desvenda desde os mistérios da física de partículas até a dinâmica que movimenta centenas de milhões de galáxias por todo o universo. Para o iniciado, Uma breve história do tempo é uma bela representação de conceitos complexos; para o leigo, é um vislumbre dos segredos mais profundos da criação.

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63. A Falsa Medida do Homem, de Stephen Jay Gould

Neste livro, concentrei-me nos cientistas mais importantes e influentes da cada época, e analisei suas obras mais significativas. Gostei de bancar o detetive na maioria dos estudos de casos que integram este livro: descobrindo trechos que foram expurgados sem justificação de cartas publicadas, refazendo cálculos para localizar os erros que permitiram a obtenção de conclusões esperadas, descobrindo como os dados adequados podem ser distorcidos pelos preconceitos e fornecer resultados predeterminados. Os argumentos deterministas para classificar as pessoas segundo uma única escala de inteligência, por mais refinados que fossem numericamente, limitaram-se praticamente a reproduzir um preconceito social; espero que dessa análise possamos apreender algum resultado esperançoso acerca da natureza do trabalho científico. Vivemos num mundo de diferenças e predileções humanas, mas extrapolar esses fatos para transformá-los em teorias de limites rígidos constitui ideologia.

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64. Darwin e os Grandes Enigmas da Vida, de Stephen Jay Gould

Ao longo dos séculos forjamos teorias biológicas para justificar nossos preconceitos sociais, mas agora sabemos que as diferenças genéticas entre as raças são insignificantes. Nem mesmo Charles Darwin poderia ter previsto o impacto de sua teoria e o uso ilegítimo que se faria dela. Cabe a nós combatê-lo. Este livro é uma contribuição importante a essa tarefa.

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65. Como as Democracias Morrem, de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt

Uma análise crua e perturbadora do fim das democracias em todo o mundo Democracias tradicionais entram em colapso? Essa é a questão que Steven Levitsky e Daniel Ziblatt – dois conceituados professores de Harvard – respondem ao discutir o modo como a eleição de Donald Trump se tornou possível. Para isso comparam o caso de Trump com exemplos históricos de rompimento da democracia nos últimos cem anos: da ascensão de Hitler e Mussolini nos anos 1930 à atual onda populista de extrema-direita na Europa, passando pelas ditaduras militares da América Latina dos anos 1970. E alertam: a democracia atualmente não termina com uma ruptura violenta nos moldes de uma revolução ou de um golpe militar; agora, a escalada do autoritarismo se dá com o enfraquecimento lento e constante de instituições críticas – como o judiciário e a imprensa – e a erosão gradual de normas políticas de longa data. Sucesso de público e de crítica nos Estados Unidos e na Europa, esta é uma obra fundamental para o momento conturbado que vivemos no Brasil e em boa parte do mundo e um guia indispensável para manter e recuperar democracias ameaçadas.

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66. Para Explicar o Mundo: A Descoberta da Ciência Moderna, de Steven Weinberg

Nesta história envolvente e reveladora, Steven Weinberg, vencedor do Nobel de Física em 1979, guia o leitor através dos séculos da história da ciência, da Grécia Antiga à Bagdá Medieval, da Academia de Platão à Royal Society. Aristóteles, Descartes, Kepler, Copérnico, Galileu e Isaac Newton são alguns dos protagonistas deste enredo armado com leveza e humor – sem a menor cerimônia, o autor faz um acerto de contas com as contribuições de cada um deles. Weinberg demonstra de forma magistral como a emergência do moderno método científico é em si uma descoberta. Para explicar o mundo retraça esse processo com fôlego e precisão inéditos – assim como o impacto imensurável dessa busca pelo conhecimento humano.

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67. Manifesto de uma Moderada Apaixonada, de Susan Haack

Com um senso de humor direto e irônico, a filósofa Susan Haack desenvolve suas habilidades analíticas penetrantes no tratamento de alguns dos debates culturais e sociais mas controvertidos dos últimos anos. Relativismo, multiculturalismo, feminismo, ação afirmativa, velho e novo pragmatismo, ciência, literatura, o futuro da academia e a filosofia em si – tudo isso recai sob o seu afiado escrutínio nesta importante obra.

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68. O Sentido da Nova Lógica, de Willard Quine

A lógica tem evoluído muito desde a primeira publicação de O Sentido. Desde seu nascimento com Aristóteles, ela sempre foi, sob o ponto de vista matemático, um ramo algo trivial do saber. Não obstante a passagem do tempo e dos progressos enormes pelos quais passou a lógica, desde os anos cinquenta do século XX, O Sentido da Nova Lógica ainda se constitui em excelente introdução à lógica, especialmente para o estudante de filosofia; todavia, qualquer pessoa desejando fazer uma ideia da lógica hodierna pode tirar proveito do livro de Quine. Este talvez seja um dos grandes elogios que se pode fazer ao presente texto, que ainda permanece jovem, tal qual o notável lógico e filósofo o concebeu.

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69. Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, de Yuval Harari

O que possibilitou ao Homo sapiens subjugar as demais espécies? O que nos torna capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das mais horripilantes guerras? Nossa capacidade imaginativa. Somos a única espécie que acredita em coisas que não existem na natureza, como Estados, dinheiro e direitos humanos. Partindo dessa ideia, Yuval Noah Harari, doutor em história pela Universidade de Oxford, aborda em Sapiens a história da humanidade sob uma perspectiva inovadora. Explica que o capitalismo é a mais bem-sucedida religião, que o imperialismo é o sistema político mais lucrativo, que nós, humanos modernos, embora sejamos muito mais poderosos que nossos ancestrais, provavelmente não somos mais felizes. Um relato eletrizante sobre a aventura de nossa extraordinária espécie de primatas insignificantes a senhores do mundo.

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70. Homo Deus: Uma Breve História do Amanhã, de Yuval Harari

Neste Homo Deus: uma breve história do amanhã, Yuval Noah Harari, autor do estrondoso best-seller Sapiens: uma breve história da humanidade, volta a combinar ciência, história e filosofia, desta vez para entender quem somos e descobrir para onde vamos. Sempre com um olhar no passado e nas nossas origens, Harari investiga o futuro da humanidade em busca de uma resposta tão difícil quanto essencial: depois de séculos de guerras, fome e pobreza, qual será nosso destino na Terra? A partir de uma visão absolutamente original de nossa história, ele combina pesquisas de ponta e os mais recentes avanços científicos à sua conhecida capacidade de observar o passado de uma maneira inteiramente nova. Assim, descobrir os próximos passos da evolução humana será também redescobrir quem fomos e quais caminhos tomamos para chegar até aqui.

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