Reflexões Sobre o Feminismo Radical

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Eu sou feminista, defendo os direitos e as liberdades individuais de todo ser humano. Tanto de homens como de mulheres. Desejo fortemente que mais e mais mulheres sejam livres e que tenham ascensão social. O dogmatismo religioso vem despencando, e com essa queda, a liberdade humana floresce (e ainda temos muito o que fazer, principalmente no mundo islâmico). Basta pensar, por exemplo, na Revolução Francesa, onde homens e mulheres eram oprimidos pela monarquia e o clero. Foi necessário cair sangue para que o direito a liberdade (compreendidos como direitos civis e políticos, como a vida, o voto etc), direito a igualdade (compreendidos como os direitos sociais, trabalhistas etc) e o direito a fraternidade (colaboração dos povos uns com os outros etc), fossem conquistados.[1]

Segundo o feminismo conservador, a prostituição e a pornografia existem por causa do sistema patriarcal e não passa de um machismo, meramente uma exploração masculina.

Evidências desse absurdo de afirmação? Nenhuma. Não existe nenhuma evidência ou argumento convincente que nos leve a concluir que a sociedade patriarcal desenvolveu a prostituição e a pornografia. Aliás, a origem da sociedade patriarcal está relacionada diretamente às religiões abraâmicas e, como sabemos, judeus, cristãos e muçulmanos “adoram” uma pornografia e são totalmente a favor da prostituição.

As religiões demonizaram durante milênios a sexualidade humana e elevaram o machismo ao nível de dogma consagrado, dando origem e defendendo (até hoje) o patriarcado. Então como a pornografia e a prostituição existem apenas por causa do sistema patriarcal como as feministas conservadoras dizem? Eu não vejo coerência nenhuma nessas ideias. Ademais, pergunte-se: já que o sistema patriarcal da sociedade é feito pelos homens para os homens, porque razões os homens tiveram de lutar pelos seus direitos, como na Revolução Francesa, por exemplo? A resposta é óbvia: porque quando falamos de liberdade, não é uma sexualidade que oprime a outra, mas sim determinadas instituições com poder político, assim, os homens que tiveram que lutar contra a monarquia e o clero, lutaram para dar direitos iguais a homens e mulheres.[2]

Por outro lado, nós seres humanos somos seres sexuais e adoramos fantasias, assim, a existência da pornografia e da prostituição se deve pura e simplesmente à nossa própria humanidade e sexualidade. As feministas conservadoras negam esses fatos. Negam que existem garotos de programa, negam que mulheres também assistem pornografia, negam que na pornografia existe todo tipo de conteúdo para satisfazer os prazeres individuais de cada um, existem homens na pornografia (que machista, não?), existem gays, fazendo pornografia destinada para gays, e isso seria o que? Homofobia? Exploração de homossexuais?

As feministas conservadoras negam nossa própria sexualidade e misturam dois temas completamente diferentes: confundem a pornografia e a prostituição livres de exploração com o tráfico de pessoas e as diversas formas de exploração sexual que existem. São coisas completamente diferentes, e vejo muitas semelhanças com o uso de drogas ilegais: uma coisa é usar drogas de livre e espontânea vontade, como plantar maconha em sua residência e fumá-la, outra coisa é o narcotráfico que lucra, em parte, com dependentes químicos.

O ato de usar drogas ou dispor do seu corpo para trabalhos sexuais é uma decisão que cabe a cada um, sendo uma questão de liberdade individual. O fato de existir a exploração sexual e o tráfico de drogas só prova uma coisa: num contexto de proibição às liberdades individuais, criamos situações perigosas deixando esses mercados nas mãos de pessoas insanas; já num contexto de regulamentação das drogas e dos serviços sexuais, criamos o amparo legal e a fiscalização Estatal sobre os sujeitos envolvidos nessas atividades.

Mas o feminismo conservador nega que existam pessoas que fazem isso por livre escolha, da mesma forma que os que lutam pela manutenção da guerra às drogas negam que existam usuários que querem usar drogas livremente, de uma maneira que só as religiões dogmáticas fazem. O feminismo conversador não da ouvido para o que os prestadores de serviços sexuais dizem e querem, da mesma forma que os proibicionistas não dão ouvidos para os usuários de drogas.

O feminismo conservador inventou uma ficção sobre a realidade para explicar a existência da pornografia e prostituição, e ainda mentem sobre os homens e as mulheres envolvidas nesses meios, num discurso de demonização completamente alinhado com o que há de mais arcaico nas religiões patriarcais e abraâmicas. Para um grupo de salvadoras do mundo que não dão ouvidos para os envolvidos, mentem sobre os fatos e negam a realidade, a única coisa que resta é o desprezo por tamanha hipocrisia e falta de bom senso, é um atentado contra as liberdades individuais, um falso moralismo fanático e uma arrogância gigantesca ao tentarem ditar e determinar como nossa sociedade é e deve ser.

É claro, muitas pessoas já perceberam isso, até mesmo outras feministas[3]. E essa postura um tanto fanática de tais feministas radicais tem, nitidamente, um viés pós-modernista. Ao afirmarem, como pode ser visto em diversas páginas, blogs, artigos e comentários pela internet afora, que a ciência é machista, feita pelo homem branco e capitalista para dominar as mulheres pela sociedade patriarcal. No livro “Por que os Homens Fazem Sexo e as Mulheres Amor” lemos:

“Desde os anos 1960 vários grupos vêm tentando nos convencer a renegar nossa herança biológica. Afirmam que governos, seitas religiosas e sistemas educacionais se aliaram ao objetivo masculino de dominação, reprimindo as mulheres que tentavam se destacar. Um modo ainda mais eficiente de controle seria as manter sempre grávidas. Historicamente, parece certo. Mas aí cabe a pergunta: Se homens e mulheres são idênticos, como afirmam esses grupos, por que os homens sempre mantiveram sua dominação? O estudo do funcionamento do cérebro nos fornece muita resposta. Não somos idênticos. Homens e mulheres devem ser iguais no direito à oportunidade de desenvolver plenamente sua potencialidade mas, definitivamente, não são idênticos na capacidade inata. Se homens e mulheres têm direitos iguais isso é uma questão política e moral. Se são idênticos é uma questão científica.” (pp. 18 e 19).

Obviamente, o leitor não é obrigado a ficar com poucas referências sobre o assunto. O modo nada científico, arrogante e antiético com que tal militância vem agindo, já tomou um soco no estômago diretamente da Noruega.[4] Já é hora de pararmos de fingir que tudo é uma construção social e começar a aceitar os fatos biológicos inerentes à nossa natureza. Homens e mulheres não são iguais fisicamente nem mentalmente; uma breve visita ao reino animal vai demonstrar isso também. No entanto, isso não significa que não devemos ter direitos iguais, oportunidades iguais etc.

E, se já não bastasse esses delírios sobre a pornografia e a prostituição, vemos feministas radicais demonizando outros tópicos. Feministas demonizando a estética, adornos, depilação, ou seja, a própria autoestima das mulheres que querem se embelezar; feministas demonizando a criação de filhos, tratando nós homens como inimigos mortais; feministas demonizando o casamento, afirmando, inclusive, que assim como a pornografia e a prostituição supostamente são explorações, o casamento também o é![5]

A principal feminista que defendeu tais ideias foi a Andrea Dworkin, mas quem é Andrea Dworkin? Bem, ela foi molestada quando criança, estuprada em seu próprio casamento, e afirmou ter sido estuprada outras vezes, ou seja, Dworkin é uma vítima, e eu sinto muito pela história dela. Porém, devido a exploração que sofreu, ela passou a externar suas ideias sobre os homens no movimento feminista. Mas convenhamos, não é só porque ela foi molestada e estuprada que todos os homens são molestadores e estupradores, correto? Porém, é exatamente esse tipo de material que norteiam as políticas e ideologias das feministas radicais. Dworkin via estupro em tudo: casamento, pornografia, prostituição… Será que é tão difícil concluir que ela não pode argumentar sobre à realidade com base em sua única realidade? É por isso que o feminismo radical criou uma guerra contra os homens: nós somos os inimigos. Fato esse que levou Dworkin a se tornar lésbica e, surpreendentemente, existem feministas que defendem uma corrente em que qualquer relação sexual entre homens e mulheres é estupro, exploração e machismo:

“Quando uma mulher atinge orgasmo com um homem ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão.”- Sheila Jeffrys[6]

Será que as feministas radicais que demonizam tanto a pornografia e a prostituição, não reconhecendo a existência de homens nesse meio, bem como o desejo individual de muitas mulheres, concordam com a frase acima? Bem, eu pude confirmar isso em primeira mão, conversei algumas vezes com uma feminista radical, que afirmou que pornografia é “estupro filmado”, entre outras paranoias, e ela apoia inúmeras frases desse tipo com fanatismo, falou inclusive que se a sexualidade fosse algo fácil de mudar, ela viraria lésbica sem pensar duas vezes.[7] Claro, eu não tenho nada contra lésbicas, até mesmo defendo o casamento igualitário, porém, se isso não é heterofobia e misandria, é o que? E são justamente essas ideias insanas que guiam o feminismo radical.

Talvez uma aula básica sobre psicologia evolutiva já fosse o suficiente para refutar tamanhos delírios, mas o feminismo radical está ai e alinhado ao conservadorismo religioso e aos moderninhos dos politicamente corretos, elas fazem um desserviço aos direitos humanos, um desserviço às liberdades individuais, um desserviço por um mundo de paz, um desserviço ao respeito às pluralidades e vontades individuais. O feminismo radical está a cargo da tirania e quem mais sofre e vão sofrer nessa questão são as próprias mulheres. As prostitutas já são marginalizadas e ao longo dos séculos sempre foram mortas, será que além da guerra às drogas, vamos começar agora a caça às bruxas? Temos que regulamentar a prostituição, para homens e mulheres, o quanto antes[8].

As feministas conservadoras pintam um quadro falso da realidade, elas praticamente afirmam que a pornografia gera a violência sobre as mulheres, mas as estatísticas provam o contrário, os crimes sexuais diminuíram mesmo embora a pornografia tenha aumentado. Não existe correlação entre ver pornografia e cometer crimes de cunho sexual, já o contrário é verdade, quanto mais reprimida é uma pessoa mais propensa a cometer tais crimes ela está. Assim, a pornografia é uma válvula de escapa e não um gatilho[9]. Esses pensamentos preto ou branco só podem ser resquícios do puritanismo religioso e puro delírio[10]. Sobre a objetificação sexual, essas feministas radicais, de forma bem distorcida, mentem sobre o assunto e são bem hipócritas. Quem não quer se sentir desejado? O que impedi você olhar alguém como objeto de prazer, porém, ainda assim respeitando a dignidade da pessoa? Essas militantes do feminismo radical simplesmente criaram uma falsa dicotomia, ao estilo da religião, e empurram esse puritanismo barato para dentro do movimento. Essas feministas radicalizadas simplesmente defendem a punição de crimes sem vitimas, e assim como na questão da guerra as drogas, como os proibicionistas, elas não se importam com o que os envolvidos na questão dizem (atores/atrizes pornôs e pornógrafo(a)s, garoto(a)s de programas e clientes), com o que as leis das estatísticas revelam, ou com a vontade individual e motivações das pessoas envolvidas, bem como não se importam com a criação de uma política pública humana e racional, com vistas no respeito aos direitos trabalhistas e diminuição de doenças sexualmente transmissíveis. Então para que perder tempo dando ouvidos para essas abolicionistas e tiranas que seguem a mesma sistemática da religião? Não se esquecendo de que o nazismo surgiu justamente da ideia de que uma raça seria superior a todas as outras, e assim, os arianos deveriam subjugar todos em seu domínio, pois segundo Hitler, “o direito é aquilo que é bom para o povo alemão”, será que essas feministas radicais pensam que o direito é  aquilo que é bom para o movimento radical e superior do feminismo? (Uma rápida olhada nessas páginas e vemos lá estampado não à defesa da igualdade entre os seres humanos, mas a superioridade da mulher em relação aos homens com um ódio mortal).

Felizmente nós temos o feminismo do sexo positivo, feministas liberais, sinceras, racionais e que defendem os fatos, que diferem das feministas conservadoras e irracionais que saem delirando por aí, externando seus preconceitos contra homens e os seus nojos contra a sexualidade humana. Feministas radicais são contra o fetiche, perguntei para a mesma feminista radical se pornografia interracial é racismo, se o uso de fantasias religiosas é preconceito religioso (e.g. fantasia de freiras), e ela afirmou que sim, que, aliás, era fetichização, e claro, isso contribue para a exploração, pois segundo ela, qualquer coisa que parta da mulher que seja para consumo de homens é machismo! (O fantasma da Dworkin rodeia esses movimentos mais do que imaginamos). Sex shop é machista também? Ou quando é para o consumo feminino pode? O que mais vejo nesses movimentos são dois pesos e duas medidas com uma dose de hipocrisia sanguinária.

Considere a frase da Andrea Dworkin, talvez a mais radical feminista que já existiu:

“Um homem quer aquilo que uma mulher tem – sexo. Ele pode roubá-lo (estupro), persuadi-la a entregá-lo (sedução), alugá-lo (prostituição), arrendá-lo a longo prazo (casamento)…” – Andrea Dworkin

Concordo que devido à testosterona presente no homem (ou será que isso é construção social também?), o fato de nós sermos mais fortes fisicamente, faz com maníacos psicopatas se aproveitem das mulheres cometendo estupros (existem mulheres pedófilas também). Porém, afirmar que “todo homem é um estuprador em potencial”, beira à loucura e à insanidade. Compreendo que antes de termos a consciência que temos hoje, o estupro foi fundamental para a evolução da espécie humana (e isso me deixa profundamente indignado com nós humanos), afinal, nas savanas, sem grandes projetos de vida a não ser sobreviver, o que mais os nossos ancestrais podiam fazer? Mas hoje em dia, aliás, há milênios em que somos seres conscientes, seres morais, seres éticos, o estupro é inconcebível, abominável e deplorável. Mas essas feministas em questão se esquecem de que nós homens também repudiamos o estupro, que policiais que prendem estupradores são homens, que juízes que julgam são homens, que legisladores que criam leis contra o estupro são homens, assim nós homens e mulheres criamos juntos um mundo melhor, e que o destino de estupradores dentro da prisão com assassinos e ladrões é um dos piores: até mesmo os perigosíssimos criminosos repudiam o estupro. Porém, o restante da frase da Dworkin é falsa: mulheres também seduzem homens, mulheres também podem e contratam serviços sexuais, mulheres também procuram se casar, pois em suma, mulheres também procuram sexo e não apenas nós homens. E a partir do momento que o feminismo radical cria essa ilusão, ou seja, a ilusão de que apenas os homens pensam em sexo e que as mulheres são meras vítimas, ele perde todo o seu argumento. E é dai que vem a falta de respeito em relação às atrizes pornôs e as prostitutas, é ai que nasce a tirania do movimento.

Claro, elas argumentam que atrizes e prostitutas tem Síndrome de Estocolmo (tente não rir)[11], é claro, é possível que essa síndrome exista, porém, fazer malabarismos para aplicá-la a atrizes e a prostitutas que escolheram essa vida de livre e espontânea vontade é um absurdo (e se escolheram por necessidade isso não muda nada: até parece que a maioria de nós estamos felizes com nosso trabalho). No entanto, eu acredito que existe outra teoria que melhor se aplica neste caso, a Teoria da Projeção[12], é muito mais fácil concluir que o ódio que tais feministas tem sobre prostitutas e atrizes se dê ao fato de que invejam a elas e queriam ser como elas, bem como invejam os homens e queriam ter um pênis (claro, lutar por direito iguais é digno, agora demonizar a feminilidade, querer fazer xixi de pé e agir como um homem, com esses argumentos pseudosociais/culturais, é mais uma insanidade), mas é óbvio, é apenas uma teoria em psicologia (que não considero ter o mesmo peso no sentido científico da teoria, como a evolução das espécies, pois a neurociência tem que confirmar essas ideias) e posso estar completamente enganado.

As feministas radicais afirmam que pornografia e prostituição são explorações[13], elas argumentam que a emancipação da mulher é deixar de “vender” o corpo e supostamente no mundo utópico delas, quando as mulheres conseguirem mais ascensão social isso vai acabar com todas as formas de exploração (inclusive a pornografia e a prostituição)[14]. Porém, eu acredito no oposto inverso. Eu acredito que essa demonização existe porque a sexualidade ainda é um tabu em nossa sociedade, somos uma sociedade reprimida (fazemos tudo escondido, e falar de sexo com alguém desconhecido e que não seja íntimo para muitos é um ultraje), assim, quando esse tabu finalmente acabar, quando a sexualidade for entendida e aceita como ela realmente é, quando aceitarmos o fato de sermos seres sexuais, sensuais, fantasiosos, como realmente somos, quando o pilar de nossa lei e de nossa sociedade for o respeito à liberdade individual e a autonomia das vontades pessoais, ao contrário do que essas feministas radicais dizem, nós teremos muito mais pornografia e muito mais prostituição, tanto por parte de homens quanto por parte de mulheres. Isso não quer dizer que defendo a banalização do sexo, eu detesto o funk, por exemplo, é degradante e demonstra falta de cultura, bem como serve para dominar as massas. E acredito que existe uma distinção clara entre o que podemos fazer em público e o que fazemos em privado, bem como existe uma diferença entre defender certos direitos e querer isso para a sua própria vida (e.g. pessoas que são a favor da regulamentação das drogas, mas não são usuários). Eu gosto e defendo a discrição, o respeito. E por mais que pessoas livres e solteiras tenham todo o direito de fazerem sexo com quantos parceiros quiserem, eu acredito que o amor é diferente, assim, em resumo o que quero dizer é: defendo a liberdade sexual de todos, mas acredito que há modos e formas melhores de explorá-la, e uma dessas formas, que muitos de nós tem tentado, é um relacionamento sério e sólido com alguém que amamos.

Mas não se esqueçam: “machistas não passarão!” principalmente essas feministas radicais e conservadores que são mais hipócritas e machistas que muitos de nós homens.

Escrito por Bruno Leopoldino.

Referências:

[1] Em resumo, essa é a teoria das gerações ou dimensões do jurista tcheco Karel Vasak.

[2] E basta comparar o pensamento progressista de filósofos como Jeremy Bentham e John Stuart Mill, por exemplo, para ver que a questão toda era fazer cair o poder da Igreja para que as liberdades florescessem.

[3] Cf. http://cynthiasemiramis.org/2014/07/02/carta-aberta-a-vadiagem-de-bh/

[4] Cf. http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=33021 aqui tem uma demolição dessa pseudociência da construção social.

[5] Eu preciso falar da modinha de deixar o sovaco com pelos: primeiro obviamente, qualquer um tem o direito e a liberdade de fazer o que quiser. Porém, a partir do momento em que tais feministas usam isso como exemplo de “dominação masculina”, fechando os olhos para os humanos que tem gostos e percepções de higiene diferentes, como os homens que também se depilam e as mulheres que fazem isso porque gostam e se sentem bem (e por que realmente não querem se parecer com homens), isso mostra a cegueira fanática de tais. Já que é para radicalizar e não aceitar opções pessoais, porque tais não deixam crescer bigodes e fazem implantes de barba? Em segundo lugar, a grande verdade é que ao mesmo tempo em que lutam contra o “capitalismo burguês e machista”, tais marxistas pós-modernistas fazem isso por pura influência de celebridades desse mesmo capitalismo demoníaco como a Madonna etc… Vai entender.

[6] No link a seguir você pode verificar muitas outras frases literalmente insanas, são frases que dão até arrepio: https://acidblacknerd.wordpress.com/2013/08/26/o-que-e-feminismo-o-que-pensam-as-feministas-sobre-o-sexo-com-homens/

[7] Se quiser ler algumas ladainhas  aqui está: https://radicaliza.wordpress.com/

[8] Considere esse projeto e não se esqueça: nosso Congresso, atualmente, é um dos mais conservadores de todos os tempos: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1012829

[9] Cf. http://g1.globo.com/platb/espiral/2010/04/13/pornografia-contra-o-crime/; e claro não é nem necessário dizer o quanto a masturbação é um ato de se autoconhecer e também faz bem para a saúde.

[10] Veja, por exemplo, o tanto de asneira que uma tal de Lola diz: http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/search?q=pornografia 

[11] Cf. //pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Estocolmo

[12] Cf. //pt.wikipedia.org/wiki/Proje%C3%A7%C3%A3o_(psicologia)

[13] Assim como o casamento e qualquer relação entre homens e mulheres, aliás, afirmam que o simples xaveco é um crime, o crime de assédio sexual, fico só imaginando como aconteceriam as interações humanas, seria por telepatia? Obviamente há modos e modos de abordar uma mulher e reconheço que a abordagem de muitos homens é desrespeitosa e ridícula, para dizer o mínimo, mas ainda assim difere de um crime.

[14] Nunca é demais lembrar que existe material pornográfico em que homens gostam de apanhar de mulheres e de serem submissos. Claro, no mundo do prazer existe gosto para tudo, até mesmo pessoas que gostam de transar usando roupa de látex.

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