13 Reasons Why e o suicídio adolescente – Uma resposta científica

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Análise científica buscando esclarecer, responder e conscientizar quanto ao seriado 13 Reasons Why e o suicídio adolescente, usando dados e pesquisas nas mais diversas áreas, desde a sociologia e a antropologia até a neurologia, a psicobiologia e a genética.

Indo diretamente ao assunto: 13 Reasons Why é um serial de tutoriais de 50 minutos repleto de motivos e respostas sobre como e por que escolher a morte como saída. O seriado retrata uma escola como todas e temas obrigatórios em qualquer análise séria sobre a sociedade, tais como assédio, bullying e melancolia. Porém, há um fator perigoso: um olhar mais atento perceberá que a série se esconde por trás da relevância temática para justificar sua gigantesca demagogia em busca de IBOPE, tornando-se ilusória e potencialmente mortal, capaz de desequilibrar quem luta pelo próprio equilíbrio, desestruturando pessoas ao alimentar uma fantasia muito comum: o suicídio como arma de vingança e recurso para punir de maneira trágica as injustiças sofridas (MENNINGER, 1933). Para quem é estável pode não ser assunto essencial, mas é necessário compreender que não são apenas os equilibrados com pleno domínio de suas funções que assistem a série, a qual em nenhum episódio trata de maneira direta sobre o estado mental suicida e que sempre culpa a sociedade, instigando vingança e apontando dedos contra quem foi ineficiente ou impotente diante do fato.

13 Reasons Why falha de forma extravagante numa multidão de aspectos; por meio de uma romantização e embelezamento estético do suicídio como forma de responder às frustrações e vulnerabilidades. Porém, nesse ínterim, sequer comenta que maioria esmagadora dos suicidas apresenta transtornos mentais, além de deixar subentendido que a busca por ajuda profissional é ineficaz. Transtorno mental e/ou abuso de substâncias são presentes em 90% das mortes por suicídio (DURKHEIM, 1897; ABDO, 2017). O suicídio está diretamente ligado a doenças mentais e transtornos psicológicos. Apenas 1/10 dos casos é referente a causas como miséria, empobrecimento, bullying, desilusão amorosa ou fracasso. Então não culpe vulnerabilidade social, pobreza ou preconceito como causas de bullying (SCHMIDTKE, 1996; BERNAL et al, 2007 ). O suicídio como pretexto para se vingar de alguém, aliás, é um comportamento patológico.

A glamouralização do suicídio é perigosa, e ele como ferramenta de vingança contra terceiros por meio do extermínio pessoal vai totalmente contra as recomendações da OMS e suicidólogos sobre os settings que devem estar envolvidos e padronizado a abordagem do suicídio na mídia. No entanto, a Netflix sequer inclui nos episódios os contatos, projetos, sites, programas e/ou instituições de apoio ou prevenção contra o suicídio. Reflitamos sobre os reais objetivos da série: Conscientização acerca do suicídio ou culpa como ferramenta de vingança contra os responsáveis pelo derretimento de nossas ilusões infantis? É uma conscientização com sincrônicas resoluções para os problemas mostrados ou um conjunto de morbidez exaustiva que usa como dispositivo uma violência desnecessária e infortunadamente sugestiva de como se matar numa banheira.

A apologia ao seriado e à prática suicida como saída viável é muito perigosa. O que talvez seja difícil de perceber é que por trás da “justiça” da jovem protagonista é toda uma narrativa muito bem montada, e que é forçosamente cumprida somente devido ao fato da obra retratar uma ficção que, inclusive, não é regra, mas exceção (dados abaixo), promovendo a vitimização do suicida e justificando o autoextermínio. Da Psicologia procede o termo “Efeito Werther”, ou seja, o suicídio como motivador direto para indivíduos frágeis, levando à consumação do ato. Um adendo: O nome do efeito vem de um romance de Goethe que desencadeou suicídios em série na Alemanha após seu lançamento. Lembra algo?

Os acontecimentos e experiências nos afetam, e na maior parte das vezes sofremos dores, traumas e injustiças, e nem sempre é obrigatório apontar dedos e culpar pessoas. Não é achando culpados ou nomeando pecados que se resolve a questão do suicídio ou descaso social, e é no mínimo uma desonestidade moral e uma fraqueza ética e irracionalidade teórica não perceber que o suicídio é mostrado como meio de culpa e vingança contra terceiros. A morte não perdoa ninguém de suas idiotices, não faz parte de suas funções a redenção contra a idiotice, então não a glamouralizem nem pintem-na de dourado, nem tornem ou concebam o suicídio como lindo e o suicida como um Messias que pode fazer e falar o que quiser e ainda ser considerado o suprassumo da sabedoria humana.

Enfim, precisamos falar sobre bullying, violência, assédio e suicídio, mas não podemos romantizá-los ou esboçar fragmentos de realidade numa obra dramatúrgica que em essência não passa de demagogia. Não se pode oferecer vídeo-aulas sobre autocomiseração e autoextermínio e “fofinho e impressionante” porque foi a Netflix que fez. Suas consequências diretas e indiretas são perigosas e gera preocupação sua concepção como se fosse uma realidade ideal. Baleia Azul, por exemplo, teria tamanho sucesso e impacto numa sociedade adolescente sem 13 Reasons Why? Não houve desencadeamentos em série? Então cuidado ao achar que é apenas implicância ou problematização vazia, ou em pensar que a série pode salvar mais vidas que os biquínis das revistas da Avon da sua avó..

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1 – Em 2000, a OMS lançou uma cartilha com uma lista de recomendações para os casos de retratos midiáticos acerca do suicídio, entre elas tudo o que o seriado 13 Reasons Why desconsidera totalmente: “Evitar romantizar o suicídio; Evitar retratar o suicídio como resposta aceitável às dificuldades e evitar incluir o método, local e detalhes do evento e indivíduo que o cometeu” (OMS, 2000).

2 – A Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio constatou que o risco de suicídios aumenta drasticamente quando se mostra e descreve na mídia métodos de suicídio (AFSP, 2009, 2013). Reforçar ideias suicidas com narrativas irresponsáveis pode ser desastroso (CFM, 2014; ABP, 2014). Diante disso, em 2015 teve início a Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (ABEPS).

3 – Áustria, Finlândia, Canadá e Suíça são alguns dos países em que o suicídio é um problema epidêmico (OMS, 2010) e Áustria, Japão e França são os líderes em casos de suicídio (OMS, 2008), seguindo a tendência europeia que tem o suicídio como segunda causa de morte entre adolescentes (OMS, 2010).

4 – Durkheim construiu o maior trabalho do mundo sobre suicídio, no qual analisa e compreende o fenômeno do suicídio como fenômeno social que tem como etiologia a fragilidade moral. Todo o seu trabalho foi publicado no livro “O Suicídio” (DURKHEIM, 1897). Nele, o autor descreve três tipos de suicídio, de acordo com suas causas, entre eles o suicídio egoísta, que acontece quando o nível de integração social é baixo, levado pelo isolamento e depressão; o suicídio altruísta, quando o indivíduo encontra-se demasiadamente integrado na sociedade, levado por lealdade a uma causa; e também o suicídio anômico, que está relacionado a paixões narcisistas. Nenhum referente a preconceito, dificuldades ou pobreza. Cutler et al. (2000) endossam Durkheim, encontrando evidências em jovens americanos sobre a multiplicidade dos índices de suicídios após disseminação midiática de atos suicidas, chamando tal efeito de “contágio suicida”, que produz efeitos sociais, aumentando os índices de suicídiodiante da apologia ao ato ou disseminação do mesmo por meio de mídia ou forma cultural..

5 – O uso de psicotrópicos e drogas (legais e ilegais) é a principal causa de suicídio no mundo, vindo após ela os transtornos mentais, falta de motivação, depressão orgânica, diminuição do prazer, perda ou ganho de peso, desesperança, problemas de sono e capacidade de pensar diminuídas.  Suicídio como resultado ou causa direta de bullying é um dado estatístico irrisório, chegando muitas vezes a menos de 0,5% dos casos (BAHLS, 1999; BAHLS, 2002; BAPTISTA, 2004; FREITAS e BOTEGA, 2002). Ou seja, o que o seriado retrata não é regra, e sim uma estrondosa exceção!

6 – Num estudo de Rivers e Noret (2010) com mais de 2000 adolescentes, concluiu-se que o jovem que não é unicamente vítima de bullying, mas que faz um rodízio de papeis vítima-ofensor eram quem mais tinham propensão a pensamentos suicidas. Melhor explicando: os suicidas não eram as vítimas, mas quem intercalava os papeis e posições de vítima e opressor ou violentadores.

7 – A literatura aponta que, no período da adolescência, ocasionalmente podem aparecer pensamentos de morte devido à dificuldade dos jovens em lidar com as demandas sociais, contextuais e situacionais impostas pela fase do ciclo vital em que se encontram (WERLANG ET AL., 2005) e não necessariamente a dificuldade da vida ou problemas relevantes quanto a dinheiro ou situação social, pelo contrário, indivíduos com melhores situações e contextos de vida têm mais pensamentos suicidas que sujeitos em vulnerabilidade social (BORGES et al, 2008).

8 – Algo que o seriado esconde é a importância familiar nesse contexto, pois a saúde mental é estatisticamente superior em indivíduos com equilíbrio familiar e vínculos emocionais entre os membros da família, funcionando como proteção, inclusive, contra o suicídio (SCHENKER E MINAYO, 2003; KRÜGER E WERLANG, 2010). Também adolescentes oriundos de famílias nucleares apresentaram menor incidência de suicídio do que os de pais divorciados (ARNAUTOVSKA E GRAD, 2010; WERLANG ET AL., 2005; FICHER E VANSAN, 2008).

9 – Na área da Neurobiologia, muitos estudos indicam que o comportamento suicida tem origem também na redução da atividade serotoninérgica, principalmente entre casos onde há sintomas de agressividade, advindos por uma compensação como efeito de uma atividade excessiva de serotonina reduzida no córtex pré-frontal, que desempenha papel vital, sendo envolvido diretamente nas funções inibidoras [1] [2] [3].

10 – A importância fenotípica na etiologia suicida também é muito clara, pois a presença de comportamento automutilatório em macacos foi correlacionada com alterações neurais no sistema serotoninérgico. Estudos apontam para uma relação entre suicídio e antecedentes familiares [4] [5] [6] [7] [8].

11 – A Genética molecular também influencia no comportamento suicida, com pesquisas e análises demonstrando o papel do gene codificador da enzima TPH, responsável por controlar a taxa de síntese serotoninérgica. Isto endossa a hipótese genética na predisposição ao comportamento suicida [9] [10] [11].

12 – A estatística dos casos de bullying terminados em suicídio são irrisórios, chegando a contar com menos de 1% em algumas pesquisas, e em nenhuma há relatos superiores a 5% (FURLONG et al, 1998; KELLY e MANN, 1996). O choque midiático não resolverá a questão ou conscientizar a população, muito pelo contrário. O artigo “The impact of suicide in television movies. Evidence of imitation” analisou estatisticamente a incidência de suicídios entre adolescentes antes e após a exibição na tevê de filmes que continham suicídio, comprovando, para além da possibilidade de aleatoriedade estatística, uma relação causal entre ambos (GOULD e SHAFFER, 1988). Já o artigo “Exposure to Suicide Movies and Suicide Attempts”, concluiu que a cada exposição a um filme que retrata suicídio, o risco aumentava em 47,6% (STACK, KRAL, BOROWSKI, 2014).

13 – Pirkis e Blood (2010) analisaram todos os artigos e estudos publicados até então e concluiu-se a associação direta entre representação de suicídio nas mídias e a sua influência no comportamento social suicida.

REFERÊNCIAS:

[1] Kraemer G. W, Schmidt D.E., Ebert M.H. The behavioral neurobiology of self-injurious behavior in Rhesus monkeys: Current concepts and relations to impulsive behavior in humans. Ann N Y Acad Sci 1997;836:12-38.

[2] Higley J.D., Linnoila M. (1997) Low central nervous system serotonergic activity is traitlike and correlates with impulsive behavior. A nonhuman primate model investigating genetic and environmental influences on neurotransmission. Ann N Y Acad Sci;836:39-56.

[3] Higley J.D., Thompson W.W., Champoux M., Goldman D., Hasert M.F., Kraemer G.W. et al. (1993) Paternal and maternal genetic and environmental contributions to cerebrospinal fluid monoamine metabolites in rhesus monkeys (Macaca mulatta). Arch Gen Psychiatry;50:615-23.

[4] Brent D.A., Bridge J., Johnson B.A., Connolly J. Suicidal behavior runs in families. A controlled family study of adolescent suicide victims. Arch Gen Psychiatry 1996;53:1145-52.

[5] Johnson B.A., Brent D.A., Bridge J, Connolly J. The familial aggregation of adolescent suicide attempts. Acta Psychiatr Scand 1998;97:18-24.

[6] Murphy G.E., Wetzel R.D. (1982) Family history of suicidal behavior among suicide attempters. The Journal of Nervous and Mental Disease;170:86-90.

[7] Tsuang M. (1983) Risk of suicide in the relatives of schizophrenics, manics, depressives, and controls. Journal of Clinical Psychiatry;44:396-400.

[8] Egeland J.A., Sussex JN. Suicide and Family loading for affective disorders. Journal of the American Medical Association 1985;254:915-8.

[9] Nielsen D.A., Goldman D., Virkkunen M., Tokola R., Rawlings R., Linnoila M. (1994) Suicidality and 5-hydroxyindoleacetic acid concentration associated with a tryptophan hydroxylase polymorphism. Arch Gen Psychiatry.

[10] Manuck S.B., Flory J.D., Ferrell R. E., Dent K.M., Mann J.J., Muldoon M.F. (1999) Aggression and anger-related traits associated with a polymorphism of the tryptophan hydroxylase gene. Biol Psychiatry; 45:603-14.

[11] New A.S., Gelernter J., Yovell Y., Trestman R.L., Nielsen D.A., Silverman J. et al. Tryptophan hydroxylase genotype is associated with impulsive-aggression measures: a preliminary study. Am J Med Genet 1998; 81:13-17.

OUTRAS:

Arnautovska, U.; Grad, O. 2010. Attitudes toward suicide in the adolescent population. Crisis, 31(1):22-29

Bernal M., Haro J.M., Bernet S., Brugha T., Graaf R., Bruffaerts R., et al. Risk factors for suicidality in Europe: results from the ESEMED study. J Affect Disord 2007; 101:27-34.

Bahls S-C. Depressão: uma breve revisão dos fundamentos biológicos e cognitivos. Interação 1999;3:49-60.

Bahls, S.C. Epidemiology of depressive symptoms in adolescents of a public school in Curitiba, Brazil. Rev Bras Psiquiatr 2002; 24(2):63-7

Baptista, M.N. 2004. Suicídio: Aspectos teóricos e pesquisas internacionais. In: M.N. BAPTISTA (Ed.), Suicídio e depressão – atualizações. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, p. 3-22.

Cutler, D.; Glaeser, E.; Norberg, K. Explaining the rise in youth suicide. National Bureau of Economic Research – NBER. Cambridge, 2000.

Durkheim, E. (1897), O Suicídio. Paris.

Freitas, G. V. S., & Botega, N. J. (2002). Gravidez na adolescência: Prevalência de depressão, ansiedade e ideação suicida. Revista da Associação Médica Brasileira, 48, 245-249.

Ficher, A. M. T.; Vansan, G. A. Tentativas de suicídio em jovens: aspectos epidemiológicos dos casos atendidos no setor de urgências psiquiátricas de um hospital geral universitário entre 1988 e 2004. Estudos de Psicologia, Campinas I 25(3) I 361-374 I julho – setembro, 2008.

Furlong, M., Casas, J. M., Corral, C., Chung, A., & Bates, M. (1997). Drugs and school violence. Education and Treatment of Children, 20, 263−281.

Gould M.S., Shaffer D. The impact of suicide in television movies. Evidence of imitation.  New Engl J Med 1988 Dec 15;319(24):1616.

Kruger, L.L., Werlang, B.S.G. A dinâmica familiar no contexto da crise suicida Psico-USF, v. 15, n. 1, p. 59-70, jan./abr. 2010

Kelly TM, Mann JJ. Validity of DSM-III-R diagnosis by psychological autopsy: a comparison with clinician ante-mortem diagnosis. Acta Psychiatr Scand 1996;94:337-43.

Menninger, K. Psychoanalytic Aspects of Suicide, Internacional Journal of Psycho-Analysis, 14 (1933), 376-390.

Rivers, I.; Noret, N. (2010). Participant roles in bullying behavior and their association with thoughts of ending one’s life. Crisis, 31(3):143-148.

Schenker M.; Minayo M.C.S. 2003. A implicação da família no uso abusivo de drogas: uma  revisão crítica. Ciência & Saúde Coletiva 8(1):299-306

Schmidtke A., Bille-Brahe U., Deleo D., Kerkhof A., Bjerke T., Crepet P., et al. (1996) Attempted suicide in Europe: rates, trends and sociodemographic characteristics of suicide attempters during the period 1989-1992. Results of the WHO/EURO Multicentre Study on Parasuicide. Acta Psychiatr Scand; 93:327-38.

Pirkis J., Francis C., Blood R.W., Burgess P., Morley B., Stewart A., et al. (2002) Reporting of suicide in the Australian media. Aust N Z J Psychiatry;36:190-7.

Werlang, B. S. G.; Borges, V.R.; Fensterseifer, L. (2005). Factores de Risco ou Proteção para a Presença de Ideação Suicida na Adolescência, Revista Interamericana de Psicologia, Porto Alegre, vol. 39, n.º 2, pp. 59-266.

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Douglas Flores
Profundo curioso e estudioso das áreas relacionadas a estados alterados de consciência (EAC) e experiências anômalas (EA), e das multifacetas do religioso.Por um golpe de ousadia decidi cursar Teologia e Psicologia. Realizo iniciação científica e pesquisas nas áreas de EAC, EA, Desenvolvimento Infantil (Diagnóstico precoce de transtornos mentais e riscos desenvolvimentais). A maior curiosidade é pela descoberta de algo cientificamente e humanamente relevante, e posterior formulação de problemáticas, investigações e resoluções quanto ao surgimento do religioso na história e sociedade humanas.Membro da Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental (ABPMC), da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC) e da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática (ABMP).http://www.lattes.cnpq.br/1726042474088922

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1 Comentário em "13 Reasons Why e o suicídio adolescente – Uma resposta científica"

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Anthony
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Ótima matéria, um outro dado que ouvi em palestras sobre engenharia ambiental falava da influencia de agrotóxicos no suicídio de agricultores.

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