A pseudociência nas universidades brasileiras

21
12599

Olá a todos! Saudações racionalistas. Hoje traremos um artigo que talvez seja, relativamente, do conhecimento de poucos brasileiros. Apesar do ano em que foi publicado (por volta de 2006), permanece atualíssimo em matéria de crítica epistemológica científica. O artigo, escrito pelo engenheiro Widson Porto Reis, aborda a predominância das pseudociências nas universidades brasileiras (algo muito parecido com o que ocorre no rol acadêmico norte-americano).

Podemos concluir a partir do autor, que a não-discussão racional dessa situação calamitória pode trazer sérios problemas sociais. Onde certas disciplinas e em especial, as ditas “terapias alternativas” (quando obviamente fala-se em medicina), não terão sua cientificidade questionada; dando lugar ao misticismo, ao charlatanismo e ao lucro fácil a bem dos mesmos. É preciso retirar essas práticas alternativas do escopo científico e ampliar as discussões quanto à sua cientificidade, no lugar onde elas, e de modo muito controverso, estão aflorando: as universidades.

Boa leitura!

CONTINUAR LENDO
1
2
3
4
5
6
7
Compartilhar
Artigo anteriorRedshift e Efeito Doppler
Próximo artigoNovas espécies de lagarto descobertas no Peru
Cético desde que me entendo por gente, quando comecei a questionar se Deus tinha face. Headbanger nas horas vagas, técnico em informática - buscando aperfeiçoamento - e em dúvida quanto a seguir carreira pública, acadêmica ou privada. Ávido autodidata. Interessado por filosofia da ciência (com ênfase às ciências naturais), história da filosofia, história da ciência, filosofia política, política geral, economia, direitos humanos, psicologia, psiquiatria (incluindo forense) e cultura em geral. Crítico das ditas "modas anti-intelectuais" tais como as pseudociências e correntes filosóficas como o existencialismo, a fenomenologia, diversas vertentes de idealismo, as correntes de pensamento "pós-modernas" e culturas comerciais. Buscador de um mundo moderno, mais justo e igualitário através da ciência e da tecnologia. Onde o charlatanismo e o "macaneo", que em espanhol platino é gíria para "embuste", ou mesmo, "delírio", não encontram lugar.